A consciência é a grande receptora de toda participação do pensamento e dos sentimentos. Nela estão as lentes receptoras que vão filtrar e dirigir as informações recebidas, para memória.
Para alcançar a compreensão é imprescindível lançar mão da inteligência para que ela inicie seu valioso papel de refletir no conhecimento que o pensamento filtra, dando a ele a direção desejada, a partir da associação entre a razão e a vontade.
A vontade é o grande recurso disponível para todos que querem crescer, esforçando-se para mudar seus pensamentos, suas construções mentais e seus sentimentos, porém a ignorância cria barreiras que dificultam as novas conquistas, enfraquecendo a vontade.
Prive-se de luxo e conforto, se desapegue daquilo que lhe é mais querido por pura ignorância da sua mente. Anseie, esforce-se, lute incessantemente e, então, você será abençoado com a Bem-aventurança indescritível da fusão do indivíduo com o Universal.
Pensamentos inteligentes só acontecem quando o fluxo mental é portador de expressivas vibrações, alterando suas idéias e transformando em um novo pensamento, mas para que isso ocorra é preciso um grande esforço de vontade.
Cada um tem sua própria força e fraqueza, habilidades e debilidades, por isso, não conseguimos sugerir uma receita igual para todos. Você deve proceder a partir de onde está atualmente, no seu próprio ritmo, de acordo com sua própria luz interior.
APRENDENDO COM LÍDERES
Troca de práticas e exercícios para aplicarmos no dia-a-dia, com intuíto de aumentarmos a performance das equipes, famílias, práticas esportivas, etc.
domingo, 13 de novembro de 2016
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Pedaço de pano
Observe um pedaço de pano. Na verdade, é um conjunto de fios, e se você os examinar com mais cuidado, dirá que é apenas algodão. A primeira etapa é o algodão, o segundo estágio são fios e a fase final é o pano. O que faria se você não gostasse desse pano? Você removeria os fios um a um e o pano desapareceria! Da mesma forma, sua mente não tem qualquer forma específica. É simplesmente um conjunto de desejos. Os próprios desejos vêm dos pensamentos de sua mente que podem ser comparados ao algodão. Assim, nesta analogia, nas três fases estão o algodão ou os pensamentos, os fios ou os desejos e, finalmente, os desejos constituem a mente que é o pano. Portanto, você deve tentar diminuir esses desejos, o tanto quanto possível. Desejos são como bagagem pesada na jornada de sua vida. Menos bagagem, mais conforto para você!
(Sathya Sai Baba)
(Sathya Sai Baba)
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
As estações
Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada um viajar para observar uma pereira que estava plantada em um distante local. O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão e o quarto e mais jovem, no Outono.Quando todos eles retornaram, ele os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que tinham visto.
O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.
O segundo filho disse que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas.
O terceiro filho discordou. Disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele tinha visto.
O último filho discordou de todos eles; ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas…
O homem, então, explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore…
Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação, e que a essência de quem eles são e o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida, podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estiverem completas. Se você desistir quando for Inverno, você perderá a promessa da Primavera, a beleza do Verão, a expectativa do Outono.
Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida apenas por uma estação difícil.
(autor desconhecido)
sábado, 24 de setembro de 2016
Minutos de Reflexão
Não reclame dos resultados que você não alcançou, através do esforço que você não fez.
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Minutos de Reflexão
O valor da água pode ser conhecido somente quando há escassez, não quando todas as torneiras estão despejando muito dela nos baldes. Quando os tanques e poços secam, os homens clamam por um copo de água. Recolha-a, armazene-a, aumente-a e irrigue o coração ressecado com ela, enquanto você pode.
(Sathya Sai Baba)
(Sathya Sai Baba)
domingo, 4 de setembro de 2016
A escola da vida
Um homem instruído não é alguém que é educado para guardar
algumas datas da história. É alguém capaz de realizar coisas. A educação real
de um homem começa depois que ele sai da escola. A educação de verdade é obtida
por meio de disciplina na vida. Um homem pode ser muito instruído e inútil.
Simplesmente coletar conhecimento pode ser o trabalho mais inútil que um homem
é capaz de fazer. O que você pode fazer para ajudar e curar o mundo? Esse é o
exame educacional. Se um homem conseguir cumprir sua obrigação, ele terá valor
para si. Se conseguir ajudar dez, cem ou mil outros homens a cumprir as
obrigações deles, terá valor para muitos. Ele pode desconhecer muitas coisas
que habitam o mundo do impresso, mas é, mesmo assim, um homem instruído. Quando
um homem é mestre em seu domínio, qualquer que seja este, ele conquistou seu
diploma: ele ingressou no reino da sabedoria."
(Henry Ford)
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Ofensa e Perdão
Qual a primeira reação que temos quando nos sentimos ofendidos?
Quando alguém nos injuria, calunia ou age com má fé em relação a nós, qual o primeiro sentimento que nos toma a alma?
Boa parte de nós diria ser a revolta esse sentimento.
Outros, mencionaríamos o desejo de vingança, a vontade de retribuir com a mesma moeda o mal que nos atingiu.
E não poucos nos sentiríamos indignados, não hesitando em tomar satisfação com o outro, usando de palavras grosseiras, quando não mesmo agressão física.
Porém, poucas vezes reflexionamos sobre se essa seria a melhor atitude a ser tomada.
Quando a ofensa nos chega, enchemo-nos de cólera, e reagimos, de imediato. Nem um momento de reflexão.
Todo aquele que ofende, entretanto, traz em si desarmonia e dificuldades de grande monta.
Calúnia e injúria são apenas frutos daqueles que se perderam nos desatinos da inveja e do ciúme.
São criaturas que não perceberam que todos trazemos valores e capacidades que podem ser desenvolvidos. Desequilibram-se no triste caminho de invejar no próximo aquilo que não acreditam possível desenvolver em si mesmos.
Aqueles que agem, usando de má fé, com o intuito deliberado de prejudicar ao outro, são portadores de graves enfermidades em seu íntimo.
Buscam atalhos inexistentes para alcançar seus intentos, não se importando e não mensurando o reflexo de suas ações.
Agem assim por ignorar que a vida devolve em frutos todas as sementes lançadas ao vento.
Assim, se a ofensa nos chega ao coração, antes de qualquer reação, reflitamos.
Vejamos alguém enfermo naquele que nos ofende. Alguém com profundas dificuldades íntimas.
Ele se esforça em aparentar uma felicidade e superioridade inexistentes, pois verdadeiramente feliz é o que goza de paz de consciência.
Ninguém que esteja efetivamente de bem consigo mesmo sente a necessidade de magoar a terceiros, de forma nenhuma.
Por isso, Francisco de Assis, conhecendo em profundidade os dramas humanos, roga ao Pai Celeste permita que ele possa levar o perdão onde houvesse ofensa.
O doce cantor de Deus, reconhecendo as dificuldades íntimas de quem ofende, deseja retribuir àquele coração apenas com o perdão.
Ser ferramenta de ofensa é muito mais grave do que ser ofendido.
Infelicidade efetiva nasce das mãos que atiram pedras, e não daqueles que lhe constituem o alvo.
O perdão aos que nos atacam nascerá sempre do olhar de compreensão; da capacidade de transcendermos a situação, registrando compaixão diante do agressor.
Assim, se a ofensa nos chegar, vejamos nela o imenso convite ao exercício do perdão.
Isso nos evitará o fardo de carregar n'alma o peso da vingança e o ácido do mal querer.
Quando alguém nos injuria, calunia ou age com má fé em relação a nós, qual o primeiro sentimento que nos toma a alma?
Boa parte de nós diria ser a revolta esse sentimento.
Outros, mencionaríamos o desejo de vingança, a vontade de retribuir com a mesma moeda o mal que nos atingiu.
E não poucos nos sentiríamos indignados, não hesitando em tomar satisfação com o outro, usando de palavras grosseiras, quando não mesmo agressão física.
Porém, poucas vezes reflexionamos sobre se essa seria a melhor atitude a ser tomada.
Quando a ofensa nos chega, enchemo-nos de cólera, e reagimos, de imediato. Nem um momento de reflexão.
Todo aquele que ofende, entretanto, traz em si desarmonia e dificuldades de grande monta.
Calúnia e injúria são apenas frutos daqueles que se perderam nos desatinos da inveja e do ciúme.
São criaturas que não perceberam que todos trazemos valores e capacidades que podem ser desenvolvidos. Desequilibram-se no triste caminho de invejar no próximo aquilo que não acreditam possível desenvolver em si mesmos.
Aqueles que agem, usando de má fé, com o intuito deliberado de prejudicar ao outro, são portadores de graves enfermidades em seu íntimo.
Buscam atalhos inexistentes para alcançar seus intentos, não se importando e não mensurando o reflexo de suas ações.
Agem assim por ignorar que a vida devolve em frutos todas as sementes lançadas ao vento.
Assim, se a ofensa nos chega ao coração, antes de qualquer reação, reflitamos.
Vejamos alguém enfermo naquele que nos ofende. Alguém com profundas dificuldades íntimas.
Ele se esforça em aparentar uma felicidade e superioridade inexistentes, pois verdadeiramente feliz é o que goza de paz de consciência.
Ninguém que esteja efetivamente de bem consigo mesmo sente a necessidade de magoar a terceiros, de forma nenhuma.
Por isso, Francisco de Assis, conhecendo em profundidade os dramas humanos, roga ao Pai Celeste permita que ele possa levar o perdão onde houvesse ofensa.
O doce cantor de Deus, reconhecendo as dificuldades íntimas de quem ofende, deseja retribuir àquele coração apenas com o perdão.
Ser ferramenta de ofensa é muito mais grave do que ser ofendido.
Infelicidade efetiva nasce das mãos que atiram pedras, e não daqueles que lhe constituem o alvo.
O perdão aos que nos atacam nascerá sempre do olhar de compreensão; da capacidade de transcendermos a situação, registrando compaixão diante do agressor.
Assim, se a ofensa nos chegar, vejamos nela o imenso convite ao exercício do perdão.
Isso nos evitará o fardo de carregar n'alma o peso da vingança e o ácido do mal querer.
quinta-feira, 17 de março de 2016
O princípio 90/10
Que princípio é este? Os 10% da vida estão relacionados com o que se
passa com você, os outros 90% da vida estão relacionados com a forma como
você reage ao que se passa com você.
O que isto quer dizer? Realmente, nós não temos controle sobre 10% do
que nos sucede. Não podemos evitar que o carro enguice,que o avião atrase,
que o semáforo fique no vermelho. Mas, você é quem determinará os outros
90%.Como? Com sua reação.
Exemplo: você está tomando o café da manhã com sua família. Sua filha,
ao pegar a xícara, deixa o café cair na sua camisa branca de trabalho. Você
não tem controle sobre isto. O que acontecerá em seguida será determinado
por sua reação.
Então, você se irrita. Repreende severamente sua filha e ela começa a
chorar. Você censura sua esposa por ter colocado a xícara muito na beirada
da mesa. E tem prosseguimento uma batalha verbal.
Contrariado e resmungando, você vai mudar de camisa. Quando volta,
encontra sua filha chorando mais ainda e ela acaba perdendo o ônibus para a
escola. Sua esposa vai pro trabalho, também contrariada. Você tem de levar
sua filha, de carro, pra escola. Como está atrasado, dirige em alta
velocidade e é multado. Depois de quinze mininutos de atraso, uma discussão
com o guarda de trânsito e uma multa, vocês chegam à escola, onde sua filha
entra sem se despedir de você. Ao chegar atrasado ao escritório, você
percebe que esqueceu sua maleta. Seu dia começou mal e parece que ficará
pior. Você fica ansioso pro dia acabar e quando chega em casa, sua esposa e
filha estão de cara fechada, em silêncio e frias com você.
Por que? Por causa de sua reação ao acontecido no café da manhã. Pense:
por que seu dia foi péssimo?
A) por causa do café?
B) por causa de sua filha?
C) por causa de sua esposa?
D) por causa da multa de trânsito?
E) por sua causa?
A resposta correta é a E. Você não teve controle sobre o que aconteceu
com o café, mas o modo como você reagiu naqueles 5 minutos foi o que deixou
seu dia ruim.
O café cai na sua camisa. Sua filha começa a chorar. Então, você diz a
ela, gentilmente:"está bem, querida, você só precisa ter mais cuidado".
Depois de pegar outra camisa e a pasta executiva, você volta, olha pela
janela e vê sua filha pegando o ônibus. Dá um sorriso e ela retribui, dando
adeus com a mão.
Notou a diferença? Duas situações iguais que terminam muito diferente.
Por que? Porque os outros 90% são determinados por sua reação.
Aqui temos um exemplo de como aplicar o Princípio 90/10. Se alguém diz
algo negativo sobre você, não leve a sério, não deixe que os comentários
negativos te afetem. Reaja apropriadamente e seu dia não ficará arruinado.
Como reagir a alguém que te atrapalha no trânsito? Você fica
transtornado? Golpeia o volante? Xinga? Sua pressão sobe? O que acontece se
você perder o emprego? Por que perder o sono e ficar tão chateado? Isto não
funcionará. Use a energia da preocupação para procurar outro trabalho. Seu
vôo está atrasado, vai atrapalhar a sua programação do dia. Por que
manifestar frustração com o funcionário do aeroporto? Ele não pode fazer
nada. Use seu tempo para estudar, conhecer os outros passageiros.
Estressar-se só piora as coisas.
Agora que você já conhece o Princípio 90/10, utilize-o. Você se
surpreenderá com os resultados e não se arrependerá de usá-lo.
Milhares de pessoas estão sofrendo de um stress que não vale a pena,
sofrimentos, problemas e dores de cabeça. Todos devemos conhecer e praticar
o Princípio 90/10.
Ele pode mudar a sua vida !!!
( Stephen Covey)
terça-feira, 1 de março de 2016
O lápis
O menino observava seu avô escrevendo em um caderno e perguntou:
- Vovô, você está escrevendo algo sobre mim?
O avô sorriu e disse ao netinho:
- Sim, estou escrevendo algo sobre você. Entretanto, mais importante do que as palavras que estou escrevendo, é este lápis que estou usando. Espero que você seja como ele, quando crescer.
O menino olhou para o lápis, e não vendo nada de especial, intrigado, comentou:
- Mas este lápis é igual a todos que eu já vi. O que ele tem de tão especial?
- Bem, depende do modo como você olha. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir vivê-las, será uma pessoa de bem e em paz com o mundo, respondeu o avô.
- Primeira qualidade: assim como o lápis, você pode fazer coisas grandiosas, mas nunca se esqueça de que existe uma "mão" que guia os seus passos, e que sem ela o lápis não tem qualquer utilidade, é a mão de Deus.
- Segunda qualidade: assim como o lápis, de vez em quando você vai ter que parar o que está escrevendo, e usar um "apontador". Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas ao final, ele se torna mais afiado. Portanto, saiba suportar as adversidades da vida, porque elas farão de você uma pessoa mais forte e melhor.
- Terceira qualidade: assim como o lápis, permita que se apague o que está errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos trazer de volta ao caminho certo.
- Quarta qualidade: assim como no lápis, o que realmente importa não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro dele. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você. O seu caráter será sempre mais importante que a sua aparência.
- Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida deixará traços e marcas na vida das pessoas, portanto, procure ser consciente de cada ação, deixe um legado, e marque positivamente a vida das pessoas.
DEUS te abençoe!
Excelente reflexão para você!!
- Vovô, você está escrevendo algo sobre mim?
O avô sorriu e disse ao netinho:
- Sim, estou escrevendo algo sobre você. Entretanto, mais importante do que as palavras que estou escrevendo, é este lápis que estou usando. Espero que você seja como ele, quando crescer.
O menino olhou para o lápis, e não vendo nada de especial, intrigado, comentou:
- Mas este lápis é igual a todos que eu já vi. O que ele tem de tão especial?
- Bem, depende do modo como você olha. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir vivê-las, será uma pessoa de bem e em paz com o mundo, respondeu o avô.
- Primeira qualidade: assim como o lápis, você pode fazer coisas grandiosas, mas nunca se esqueça de que existe uma "mão" que guia os seus passos, e que sem ela o lápis não tem qualquer utilidade, é a mão de Deus.
- Segunda qualidade: assim como o lápis, de vez em quando você vai ter que parar o que está escrevendo, e usar um "apontador". Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas ao final, ele se torna mais afiado. Portanto, saiba suportar as adversidades da vida, porque elas farão de você uma pessoa mais forte e melhor.
- Terceira qualidade: assim como o lápis, permita que se apague o que está errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos trazer de volta ao caminho certo.
- Quarta qualidade: assim como no lápis, o que realmente importa não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro dele. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você. O seu caráter será sempre mais importante que a sua aparência.
- Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida deixará traços e marcas na vida das pessoas, portanto, procure ser consciente de cada ação, deixe um legado, e marque positivamente a vida das pessoas.
DEUS te abençoe!
Excelente reflexão para você!!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Minutos de Reflexão
"Prefiro contratar um homem entusiasmado a um homem que sabe tudo."
(John Rockefeller)
(John Rockefeller)
sábado, 12 de dezembro de 2015
Minutos de Reflexão
"Antes de começar a criticar os defeitos dos outros, enumera ao menos dez dos teus."
(Abraham Lincoln)
(Abraham Lincoln)
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Um porco diferenciado
Era uma vez um porco que pensava… ele via seus amigos se divertindo,
saboreando a lavagem gostosa, bebendo da água fresca e adoravam brincar na lama, pulando e rolando. Os porcos não pensavam. Mas ele, não se sabe por
que, começou a pensar. E como adquiriu o pensamento, ficou curioso. E foi ver o
que acontecia com os porcos depois que eles eram tirados dos currais e
entravam nos caminhões. Descobriu que os porcos alegres e felizes eram transportados e posteriormente
encaminhados para um extenso corredor que afunilava numa estreita passagem … e
quando se aproximavam da porta do abatedouro, viu a angustia, o medo e o
desespero, inútil de toda a porcada…. isso levava poucos minutos…
pois até aquele momento, a porcada vivia uma felicidade total.
Voltou para o curral e procurou conscientizar seus amigos. Mas, tudo fora em vão. Os outros porcos, felizes e gordos, não davam atenção
nenhuma ao porco que pensava… e o expulsaram dali. Ele embrenhou-se na mata,
fez amizade com os bichos selvagens e olhava de longe aquela porcada feliz. Um
dia, os caminhões vieram e foram todos colocados no transporte. O porco que
pensava já sabia do destino de todos eles. Correu para o esconderijo de onde
podia ver os últimos minutos da vida dos seus amigos. Muitos ainda riam, gordos,
felizes… mas, a cada passo, com o cheiro do sangue no ar, já há alguns metros
do portal de entrada do abate do matadouro, a adrenalina subia e os porcos se debatiam de
terror. Ao olharem ao longe, viram o porco que pensava observando-os… e gritaram,
na linguagem suína… traidor, por que você não nos avisou. Eu avisei disse o
porco que pensava, mas não há nada que um porco possa fazer que mude o destino
de uma porcada…
Apenas um homem pode mudar o destino de toda a humanidade. Temos vários exemplos na história de homens maus: Nero, Hitler, Bin Laden, etc., e também exemplos de homens bons: Gandhi, Martin Luther King, Nelson Mandela, etc. Mas, mesmo que você mude apenas seu próprio destino para melhor, será o bastante para sua evolução e consequentemente ajudará os que estão ao seu redor.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Minutos de Reflexão
Embora o mundo esteja cheio de sofrimento, também está cheio de superações.
(Helen Keller)
(Helen Keller)
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Minutos de Reflexão
Quando perguntaram a Sir Henry Morton Stanley se tivera medo da selva que apavorava exploradores em tempos passados, ele respondeu: "Eu não via a selva inteira. Via apenas um rochedo na minha frente; via uma cobra venenosa que tinha de matar para dar o próximo passo. Via apenas o problema que estava na minha frente. Se visse a selva toda, ficaria assustado demais para tentar."
(John Mack Carter e Joan Ferry)
(John Mack Carter e Joan Ferry)
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
A Mensagem das Árvores
Após anos escrevendo e ajudando os outros como pastor e médico de almas, Edgar N. Jackson agora aplicava essa sabedoria a ele mesmo. Sofrera um sério derrame que lhe deixara paralisado o lado direito do corpo e o incapacitara de falar. O prognóstico inicial tinha sido grave. Disseram a Estelle, sua esposa de 53 anos, que ele provavelmente não recuperaria a fala. Mas em poucas semanas ele readquirira e decidira-se a recuperar mais ainda suas faculdades.
Ele se levantou para receber-me. Era um homem de meia idade e aparência distinta, apoiava-se numa bengala e tinha um inequívoco brilho no olhar. Conduziu-me ao seu gabinete, onde as paredes estavam cobertas livros novos e velhos e havia uma escrivaninha com um processador de texto e uma quantidade incalculável de jornais e revistas.
Disse como ficava feliz em saber que seus livros me haviam ajudado. E ajudaram mesmo - eu disse -, mas ainda assim uma série de problemas estavam me causando um sofrimento que eu não sabia se era capaz de superar.
- Então, num certo sentido, você está de luto - ele afirmou.
Protestei dizendo que não tinha perdido ninguém próximo. Ele retrucou:
- Mesmo assim, o que você está atravessando está ligado a uma perda. O essencial é viver as perdas plenamente e encontrar alívio ao conviver com elas.
Depois acrescentou:
- As pessoas que não fazem assim acabam amarguradas e desiludidas. Não encontram alívio. Mas as que usam o sofrimento de forma criativa adquirem uma nova sensibilidade e uma fé mais rica. Por isso é que se ouve falar na importância de se expressar os sentimentos falando, chorando, exteriorizando as emoções. Faz parte do luto. Só então vem a cura. Vou lhe mostrar uma coisa - propôs, apontando para um pequeno bosque cujas árvores enfrentavam impávidas os ventos fortes que açoitavam os galhos desfolhados e derrubavam o pó da neve acumulado no dia anterior.
Saímos por uma porta lateral e caminhamos devagar pelo pasto. Notei que fios de arame farpado ligavam as grandes árvores.
- Há 60 anos o homem que plantou essas árvores ligou-as com arame farpado e as usava para cercar o pasto - disse Edgar. - Para as árvores novas, o arame farpado martelado na tenra casca foi uma verdadeira agressão. Algumas resistiram. Outras se adaptaram. Como você pode ver, o arame foi absorvido e incorporado à vida de algumas, mas não daquela ali - indicou uma velha árvore seriamente desfigurada pelo arame. - Porque aquela árvore se feriu combatendo o arame farpado e esta aqui o dominou em vez de se tornar sua vítima?
A árvore próxima não mostrava qualquer cicatriz. Via-se apenas o fio entrando de um lado e saindo do outro.
- Tenho pensado muito nesse bosque - ele disse quando voltávamos para casa. - Que forças internas possibilitaram superar um ferimento produzido pelo arame farpado? Como é que alguém pode transformar a dor num novo crescimento em vez de deixá-la tornar-se uma agressão que destrói a vida?
Edgar admitiu que não sabia explicar o que acontecera com as árvores.
- Mas com as pessoas - continuou - é muito mais claro. Há formas de enfrentar a adversidade e atravessar períodos de sofrimento. Primeiro, tentar manter uma atitude positiva. Depois, não guardar ressentimentos. E, talvez o mais importante, fazer o máximo de esforço para tratar-se com carinho. Isso é que é difícil. Passamos a maior parte do tempo com nós mesmos e tendemos a ser demasiadamente críticos. Assine um tratado de paz com você mesmo, é o que eu aconselho. Perdoe-se pelos erros estúpidos que cometeu.
Olhou pensativo para as árvores e seguiu em direção à casa.
- Se administrarmos o sofrimento com sabedoria, se vivermos profundamente nosso luto, o arame farpado não nos vence. Somos capazes de superar qualquer dor e viver em paz.
Estelle apareceu com um pedaço de bolo de maçã e uma xícara de café.
- Eu procuro desenvolver minha vida buscando novos conhecimentos, novas amizades, novas experiências - ele continuou, olhando o computador novo e meia dúzia de novos livros na escrivaninha. Continuava enfrentando uma paralisia do lado direito, mas não admitia a derrota
- Podemos usar nossas experiências dolorosas como desculpas para desistir. Ou então acreditar nas promessas de renascimento. - Voltou o olhar para o pasto coberto de neve do outro lado da estrada. - Você tem seus problemas. Eu tenho minhas lutas. Enfrentarei as minhas - propôs - se você enfrentar os seus.
- Obrigado, vou fazer isso - prometi, e apertamos as mãos. Tínhamos um acordo. Eu senti que adquirira uma nova compreensão e agora tinha a estratégia para lidar com minhas mágoas.
Quando descia o vale, tive uma ampla visão da fazenda do outro lado dos prados. O vento brincava com as vistosas copas das árvores que, embora ainda misteriosas, tanto tinham a nos dizer.
(Edward Ziegler)
Ele se levantou para receber-me. Era um homem de meia idade e aparência distinta, apoiava-se numa bengala e tinha um inequívoco brilho no olhar. Conduziu-me ao seu gabinete, onde as paredes estavam cobertas livros novos e velhos e havia uma escrivaninha com um processador de texto e uma quantidade incalculável de jornais e revistas.
Disse como ficava feliz em saber que seus livros me haviam ajudado. E ajudaram mesmo - eu disse -, mas ainda assim uma série de problemas estavam me causando um sofrimento que eu não sabia se era capaz de superar.
- Então, num certo sentido, você está de luto - ele afirmou.
Protestei dizendo que não tinha perdido ninguém próximo. Ele retrucou:
- Mesmo assim, o que você está atravessando está ligado a uma perda. O essencial é viver as perdas plenamente e encontrar alívio ao conviver com elas.
Depois acrescentou:
- As pessoas que não fazem assim acabam amarguradas e desiludidas. Não encontram alívio. Mas as que usam o sofrimento de forma criativa adquirem uma nova sensibilidade e uma fé mais rica. Por isso é que se ouve falar na importância de se expressar os sentimentos falando, chorando, exteriorizando as emoções. Faz parte do luto. Só então vem a cura. Vou lhe mostrar uma coisa - propôs, apontando para um pequeno bosque cujas árvores enfrentavam impávidas os ventos fortes que açoitavam os galhos desfolhados e derrubavam o pó da neve acumulado no dia anterior.
Saímos por uma porta lateral e caminhamos devagar pelo pasto. Notei que fios de arame farpado ligavam as grandes árvores.
- Há 60 anos o homem que plantou essas árvores ligou-as com arame farpado e as usava para cercar o pasto - disse Edgar. - Para as árvores novas, o arame farpado martelado na tenra casca foi uma verdadeira agressão. Algumas resistiram. Outras se adaptaram. Como você pode ver, o arame foi absorvido e incorporado à vida de algumas, mas não daquela ali - indicou uma velha árvore seriamente desfigurada pelo arame. - Porque aquela árvore se feriu combatendo o arame farpado e esta aqui o dominou em vez de se tornar sua vítima?
A árvore próxima não mostrava qualquer cicatriz. Via-se apenas o fio entrando de um lado e saindo do outro.
- Tenho pensado muito nesse bosque - ele disse quando voltávamos para casa. - Que forças internas possibilitaram superar um ferimento produzido pelo arame farpado? Como é que alguém pode transformar a dor num novo crescimento em vez de deixá-la tornar-se uma agressão que destrói a vida?
Edgar admitiu que não sabia explicar o que acontecera com as árvores.
- Mas com as pessoas - continuou - é muito mais claro. Há formas de enfrentar a adversidade e atravessar períodos de sofrimento. Primeiro, tentar manter uma atitude positiva. Depois, não guardar ressentimentos. E, talvez o mais importante, fazer o máximo de esforço para tratar-se com carinho. Isso é que é difícil. Passamos a maior parte do tempo com nós mesmos e tendemos a ser demasiadamente críticos. Assine um tratado de paz com você mesmo, é o que eu aconselho. Perdoe-se pelos erros estúpidos que cometeu.
Olhou pensativo para as árvores e seguiu em direção à casa.
- Se administrarmos o sofrimento com sabedoria, se vivermos profundamente nosso luto, o arame farpado não nos vence. Somos capazes de superar qualquer dor e viver em paz.
Estelle apareceu com um pedaço de bolo de maçã e uma xícara de café.
- Eu procuro desenvolver minha vida buscando novos conhecimentos, novas amizades, novas experiências - ele continuou, olhando o computador novo e meia dúzia de novos livros na escrivaninha. Continuava enfrentando uma paralisia do lado direito, mas não admitia a derrota
- Podemos usar nossas experiências dolorosas como desculpas para desistir. Ou então acreditar nas promessas de renascimento. - Voltou o olhar para o pasto coberto de neve do outro lado da estrada. - Você tem seus problemas. Eu tenho minhas lutas. Enfrentarei as minhas - propôs - se você enfrentar os seus.
- Obrigado, vou fazer isso - prometi, e apertamos as mãos. Tínhamos um acordo. Eu senti que adquirira uma nova compreensão e agora tinha a estratégia para lidar com minhas mágoas.
Quando descia o vale, tive uma ampla visão da fazenda do outro lado dos prados. O vento brincava com as vistosas copas das árvores que, embora ainda misteriosas, tanto tinham a nos dizer.
(Edward Ziegler)
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Comentário sobre Gratidão
Uma vez conheci uma jovem estagiária que recebeu a incumbência de ensinar uma turma de alunos durante uma semana. Entusiasticamente ela planejou diversas atividades. Mas a semana foi um completo desastre. Choveu durante quatro dos cinco dias, e os alunos eram desordeiros e indiferentes.
No final da semana, quando as crianças estavam se preparando para deixar a escola, a jovem veio me procurar chorando.
- Agora eu tenho certeza - ela disse. - Não poderei nunca trabalhar com crianças. Simplesmente não fui feita para isso.
Que lástima! Mas eu sabia que não conseguiria mudar sua opinião.
Então, enquanto as crianças subiam no ônibus, uma menina deixou-se ficar para trás e, aproximando-se da estagiária, disse:
- Eu quero agradecer por esta semana e pelas coisas que você nos ensinou. Sabe, eu nunca tinha prestado atenção ao som do vento nas árvores. É lindo, e eu não vou esquecer. Aqui está uma poesia que escrevi para você.
Após ler as poucas linhas escritas a lápis, a estagiária levantou a cabeça com lágrimas de emoção e felicidade nos olhos. Murmurei uma oração de agradecimento a essa criança. Eu sabia que por causa de seu gesto inúmeras outras crianças iriam usufruir o afeto e a orientação de uma excelente professora.
(Jane Lindstrom)
No final da semana, quando as crianças estavam se preparando para deixar a escola, a jovem veio me procurar chorando.
- Agora eu tenho certeza - ela disse. - Não poderei nunca trabalhar com crianças. Simplesmente não fui feita para isso.
Que lástima! Mas eu sabia que não conseguiria mudar sua opinião.
Então, enquanto as crianças subiam no ônibus, uma menina deixou-se ficar para trás e, aproximando-se da estagiária, disse:
- Eu quero agradecer por esta semana e pelas coisas que você nos ensinou. Sabe, eu nunca tinha prestado atenção ao som do vento nas árvores. É lindo, e eu não vou esquecer. Aqui está uma poesia que escrevi para você.
Após ler as poucas linhas escritas a lápis, a estagiária levantou a cabeça com lágrimas de emoção e felicidade nos olhos. Murmurei uma oração de agradecimento a essa criança. Eu sabia que por causa de seu gesto inúmeras outras crianças iriam usufruir o afeto e a orientação de uma excelente professora.
(Jane Lindstrom)
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Minutos de Reflexão
"Os grandes acontecimentos projetam diante de si sua sombra antes que sua presença abale o universo".
(Shakespeare)
(Shakespeare)
sábado, 26 de setembro de 2015
Alegoria da Caverna
Prisioneiros desde o nascimento são acorrentados no interior de uma caverna de modo que olhem somente para uma parede iluminada por uma fogueira. Essa, ilumina um palco onde estátuas dos seres como homem, planta, animais etc. são manipuladas, como que representando o cotidiano desses seres. No entanto, as sombras das estátuas são projetadas na parede, sendo a única imagem que aqueles prisioneiros conseguem enxergar. Com o correr do tempo, os homens dão nomes a essas sombras (tal como nós damos às coisas) e também à regularidade de aparições destas. Os prisioneiros fazem, inclusive, torneios para se gabarem, se vangloriarem a quem acertar as corretas denominações e regularidades.
Imaginemos agora que um destes prisioneiros é forçado a sair das amarras e vasculhar o interior da caverna. Ele veria que o que permitia a visão era a fogueira e que na verdade, os seres reais eram as estátuas e não as sombras. Perceberia que passou a vida inteira julgando apenas sombras e ilusões, desconhecendo a verdade, isto é, estando afastado da verdadeira realidade. Mas imaginemos ainda que esse mesmo prisioneiro fosse arrastado para fora da caverna. Ao sair, a luz do sol ofuscaria sua visão imediatamente e só depois de muito habituar-se com a nova realidade, poderia voltar a enxergar as maravilhas dos seres fora da caverna. Não demoraria a perceber que aqueles seres tinham mais qualidades do que as sombras e as estátuas, sendo, portanto, mais reais. Significa dizer que ele poderia contemplar a verdadeira realidade, os seres como são em si mesmos. Não teria dificuldades em perceber que o Sol é a fonte da luz que o faz ver o real, bem como é desta fonte que provém toda existência.
Maravilhado com esse novo mundo e com o conhecimento que então passara a ter da realidade, esse ex-prisioneiro lembrar-se-ia de seus antigos amigos no interior da caverna e da vida que lá levavam. Imediatamente, sentiria pena deles, da escuridão em que estavam envoltos e desceria à caverna para lhes contar o novo mundo que descobriu. No entanto, como os ainda prisioneiros não conseguem vislumbrar senão a realidade que presenciam, vão debochar do seu colega liberto, dizendo-lhe que está louco e que se não parasse com suas maluquices acabariam por matá-lo.
Este modo de contar as coisas tem o seu significado: Os seres humanos tem uma visão
distorcida da realidade. Na alegoria, os prisioneiros somos nós que enxergamos e
acreditamos apenas em imagens criadas pela cultura e informações que recebemos
durante toda a vida. A caverna simboliza o mundo, pois nos apresenta imagens que não
representam a realidade. Só é possível conhecer a realidade, quando nos libertamos
destas influências culturais e sociais, ou seja, quando saímos da caverna e começamos a
descobrir a verdade, temos dificuldade para entender e separar o real da ficção, por isso,
precisamos nos esforçar, questionar , estudar e aprender.
Para Platão é o mundo inteligível por possuir ideias que guardam consigo uma identidade indestrutível, garantindo o conhecimento dos seres sensíveis. O inteligível é o reino das matemáticas que são o modo como apreendemos o mundo e construímos o saber humano. A descida à caverna é a obrigação moral que o homem esclarecido tem de ajudar os seus semelhantes a saírem do mundo da ignorância para construírem um mundo mais justo. O Sol representa a Ideia suprema de Bem, ente supremo que governa o inteligível, permite ao homem o conhecer e de onde deriva toda a realidade.
(Platão)
sábado, 12 de setembro de 2015
Nosso traço psicológico
Se as pessoas não saem dos seus próprios abismos, não podem ser resgatadas dos abismos da Natureza. Aquele que diga: "Eu vou me colocar esperando para ver se me tiram" ......
Vamos eliminar problemas, não remediar problemas, porque para solucionar um problema basta que a pessoa tenha uma discussão com uma outra e em um minuto lhe diz: "Olha te perdoo, fique tranquilo"; e ao dar as costas, pensa: - "Esse idiota, deixe que ele volte". Desta forma o problema foi mascarado, mas temos que eliminá-los, do contrário não saímos deste ciclo , não estamos nos tornando melhores, apenas nos controlando momentaneamente.
Existem várias técnicas para eliminação de nossos egos, mas infelizmente na maioria das vezes não obtemos sucesso, visto que nossos egos dominam nossos pensamentos e forças estranhas são muito poderosas. O modo mais fácil de nos conhecermos para dominar nossa mente é aprendermos a ciência do relaxamento. Não podemos nos deixar se levar por nossos egos, devemos estudá-los, julgá-los e eliminá-los. Não adianta criar fórmulas ou chaves, o que necessitamos é trabalho sério, não há nada mais que possamos fazer.
Você tem ideia de como uma reforma interior pode mudar seu futuro?
Vamos eliminar problemas, não remediar problemas, porque para solucionar um problema basta que a pessoa tenha uma discussão com uma outra e em um minuto lhe diz: "Olha te perdoo, fique tranquilo"; e ao dar as costas, pensa: - "Esse idiota, deixe que ele volte". Desta forma o problema foi mascarado, mas temos que eliminá-los, do contrário não saímos deste ciclo , não estamos nos tornando melhores, apenas nos controlando momentaneamente.
Existem várias técnicas para eliminação de nossos egos, mas infelizmente na maioria das vezes não obtemos sucesso, visto que nossos egos dominam nossos pensamentos e forças estranhas são muito poderosas. O modo mais fácil de nos conhecermos para dominar nossa mente é aprendermos a ciência do relaxamento. Não podemos nos deixar se levar por nossos egos, devemos estudá-los, julgá-los e eliminá-los. Não adianta criar fórmulas ou chaves, o que necessitamos é trabalho sério, não há nada mais que possamos fazer.
Você tem ideia de como uma reforma interior pode mudar seu futuro?
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Sorte ou Azar?
Era uma vez um menino pobre que morava na China e estava sentado na calçada do lado de fora da sua casa. O que ele mais desejava era ter um cavalo, mas não tinha dinheiro. Justamente nesta dia passou em sua rua uma cavalaria, que levava um potrinho incapaz de acompanhar o grupo. O dono da cavalaria, sabendo do desejo do menino, perguntou se ele queria o cavalinho. Exultante o menino aceitou. Um vizinho, tomando conhecimento do ocorrido, disse ao pai do garoto: "Seu filho é de sorte!" "Por quê?", perguntou o pai. "Ora", disse ele, "seu filho queria um cavalo, passa uma cavalaria e ele ganha um potrinho. Não é uma sorte?" "Pode ser sorte ou pode ser azar!", comentou o pai.
O menino cuidou do cavalo com todo zelo, mas um dia, já crescido, o animal fugiu. Desta vez, o vizinho diz: "Seu filho é azarento, hein? Ele ganha um potrinho, cuida dele até a fase adulta, e o potro foge!" "Pode ser sorte ou pode ser azar!", repetiu o pai.
O tempo passa e um dia o cavalo volta com uma manada selvagem. O menino, agora um rapaz, consegue cercá-los e fica com todos eles. Observa o vizinho: "Seu filho é de sorte! Ganha um potrinho, cria, ele foge e volta com um bando de cavalos selvagens." "Pode ser sorte ou pode ser azar!", responde novamente o pai. Mais tarde, o rapaz estava treinando um dos cavalos, quando cai e quebra a perna. Vem o vizinho: "Seu filho é de azar! o cavalo foge, volta com uma manada selvagem, o garoto vai treinar um deles e quebra a perna." "Pode ser sorte ou pode ser azar!", insiste o pai.
Dias depois, o reino onde moravam declara guerra ao reino vizinho. Todos os jovens são convocados, menos o rapaz que estava com a perna quebrada. O vizinho: "Seu filho é de sorte..."
Assim é na vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois. O que parece azar num momento, pode ser sorte no futuro.
(Dr. Lair Ribeiro)
Você acredita que qualquer semelhança da sua vida com este texto é mera coincidência? Pense à respeito!
Você acredita que qualquer semelhança da sua vida com este texto é mera coincidência? Pense à respeito!
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Minutos de Reflexão
"Não se esquece de nada mais devagar do que uma
ofensa, e nada mais rápido do que um favor"
(Martin Luther King Jr)
(Martin Luther King Jr)
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Minutos de Reflexão
"O que é o inimigo? Eu mesmo. Minha ignorância, meu apego, meus ódios. Aí está realmente o inimigo."
(14º Dalai Lama - Tenzin Gyatso)
(14º Dalai Lama - Tenzin Gyatso)
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Minutos de Reflexão
"Ninguém pode fazê-lo inferior sem a
sua permissão". A escolha é sua: crescer e crescer. Lembre-se, não
administre seu tempo, administre a sua vida.
(Eleanor Roosevelt)
(Eleanor Roosevelt)
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Minutos de Reflexão
"Eu sempre lembro o
conceito básico: um Líder é como um pastor de ovelhas; ele fica atrás do
rebanho, deixando o mais esperto sair na frente, sendo seguido pelos outros,
sem perceber que desde o início eles estão sendo dirigidos por trás".
(Nelson Mandela)
(Nelson Mandela)
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
O Cavalo e o porco
Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça para completar a coleção.
Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.
Assim, ele infernizou seu vizinho até conseguir comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:
Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa.
No dia seguinte deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!!!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer!
- Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa! Um, dois, três.
No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:
-Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar!
Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai...Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Você venceu, Campeão!!!
Então de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... "Vamos matar o porco!!!"
Isso acontece com frequência no ambiente de trabalho.
Muitas vezes não se percebe qual o funcionário tem o mérito pelo sucesso.
"Saber viver e ser reconhecido é uma arte."
Se algum dia alguém lhe disser que seu
trabalho não é o de um profissional, lembre-se:
"Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o
Titanic."segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Minutos de Reflexão
Quanto mais esperto o homem se julga, mais precisa de proteção Divina para defender-se de si mesmo.
(Provérbio Seneca)
(Provérbio Seneca)
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Minutos de Reflexão
"Se não puder voar,
corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas, continue em
frente de qualquer jeito".
(Martin Luther King Jr)
(Martin Luther King Jr)
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Minutos de Reflexão
"É melhor liderar de trás e colocar outros na
frente, especialmente quando você celebra a vitória ou quando coisas legais
acontecem; você deve assumir a linha de frente quando há perigo; daí as pessoas
apreciarão com louvor a sua Liderança"
(Nelson Mandela)
(Nelson Mandela)
sábado, 6 de dezembro de 2014
O lado oculto da nossa mente
Só vivemos uma pequena fração de nós mesmos, o lado oculto que desconhecemos é muito profundo e necessitamos conhecê-lo, porque nele estão as causas de nossos erros. Enquanto não estivermos conscientes, estamos mal relacionados, não somente com nós mesmos mas também com os outros. Se soubermos nos relacionar com nós mesmos, saberemos nos relacionar com os demais e perceberemos quanto equivocados andamos nesta vida.
Quem se julga muito cuidadoso, pode acontecer que não seja tão cuidadoso como crê, havendo muita desordem em si próprio, a qual ignora, não aceita e tão pouco entende. Vale a pena conhecer esse lado desconhecido de si mesmo. Por exemplo: Ao se descobrir que é violento, aprendemos a tolerar a violência dos outros e dizemos para nós: " Se sou violento, então por que critico aquele que é violento? Se eu também o sou".
Aprendemos que devemos receber com agrado as manifestações desagradáveis de nossos semelhantes, mas como podemos receber com agrado as manifestações desagradáveis se não aceitamos as nossas próprias, pois nem as conhecemos? Nesse lado que não vemos, estão as manifestações desagradáveis que carregamos dentro de nós e projetamos sobre os outros.
Se estamos cheios de orgulho, se sabemos que somos orgulhosos, que somos presunçosos e que nos reconhecemos como tal, aprendemos a olhar os orgulhosos com maior compreensão e não nos atreveremos a criticas, pois sabemos que carregamos os mesmos defeitos.
Vivemos em um mundo com grandes atividades, onde todos acreditam que fazem algo e ninguém faz nada. Uma coisa é fazer outra é atuar, pois uma máquina atua, move-se, cumpre sua programação, mas fazer algo é diferente.
Você já pensou sobre isso? o que faz de diferente no seu dia a dia para mudar gradativamente, mas definitivamente suas ações mecânicas e repetitivas até o final da vida? pare ao menos alguns minutos neste final de semana e faça uma auto avaliação de satisfação da sua vida, o caminho é mediar e se conectar com seu ser interno. Boa viagem!
Quem se julga muito cuidadoso, pode acontecer que não seja tão cuidadoso como crê, havendo muita desordem em si próprio, a qual ignora, não aceita e tão pouco entende. Vale a pena conhecer esse lado desconhecido de si mesmo. Por exemplo: Ao se descobrir que é violento, aprendemos a tolerar a violência dos outros e dizemos para nós: " Se sou violento, então por que critico aquele que é violento? Se eu também o sou".
Aprendemos que devemos receber com agrado as manifestações desagradáveis de nossos semelhantes, mas como podemos receber com agrado as manifestações desagradáveis se não aceitamos as nossas próprias, pois nem as conhecemos? Nesse lado que não vemos, estão as manifestações desagradáveis que carregamos dentro de nós e projetamos sobre os outros.
Se estamos cheios de orgulho, se sabemos que somos orgulhosos, que somos presunçosos e que nos reconhecemos como tal, aprendemos a olhar os orgulhosos com maior compreensão e não nos atreveremos a criticas, pois sabemos que carregamos os mesmos defeitos.
Vivemos em um mundo com grandes atividades, onde todos acreditam que fazem algo e ninguém faz nada. Uma coisa é fazer outra é atuar, pois uma máquina atua, move-se, cumpre sua programação, mas fazer algo é diferente.
Você já pensou sobre isso? o que faz de diferente no seu dia a dia para mudar gradativamente, mas definitivamente suas ações mecânicas e repetitivas até o final da vida? pare ao menos alguns minutos neste final de semana e faça uma auto avaliação de satisfação da sua vida, o caminho é mediar e se conectar com seu ser interno. Boa viagem!
sábado, 22 de novembro de 2014
O ego da impaciência
Em épocas remotas, a vida humana corria sem preocupações e exigências do presente, os trabalhos eram desempenhados sem a pressão do tempo. O relógio não inquietava o homem, desenvolvendo as demandas sem urgência. Com a tecnologia avançando rapidamente, os conflitos trabalhistas, o declínio da moral, iniciamos uma nova era na busca de satisfação de desejos materiais que perturbam o homem e faz com caia na impaciência.
O problema econômico, do trânsito, da moradia, são angústias que surgem diariamente na mente de todos e as demoras suportadas, com a consciência do tempo que se perde, aumentam os fatores molestos que incitam o ânimo e estimulam o impulso da urgência.
Uma das medidas diárias sugeridas para praticarmos pela manhã, é a oração da amanhã.
No silêncio deste dia que amanhece,
venho pedir-Te a Paciência, a Sabedoria e a Força.
Quero olhar hoje o mundo com os olhos cheio de Amor.
Ser paciente, compreensivo e prudente,
ver além das aparências teus filhos como tu mesmo os vês,
e assim somente ver o bem em cada um.
Cerra meus ouvidos a toda calúnia,
guarda minha língua de toda maldade,
Que só de bênçãos se encha meu espírito.
Que eu seja tão bondoso e alegre, que todos quantos
se achegarem a mim sintam Tua presença.
Más causas produzem maus efeitos e essas más causas, por sua vez se encontram vinculados à Lei do débito e do crédito. Por que temos que sofrer se podemos pagar com boas ações? A impaciência nestes casos nos prejudicam quando decidimos mudar de caminho, pois não é concebível que pessoas sérias não lutem pela paciência. Jesus disse: "Com paciência possuireis vossas Almas".
O impaciente fica estagnado e fracassa, por isso, precisamos nos tornar mais profundos no pensar. Sendo apenas superficiais, somos como as poças que se formam nos caminhos, como atoleiros sem fundo, as águas apodrecem e só fica o lodo. Pessoas do profundo pensar são como lagos profundos, ali palpita a vida, ali vivem os peixes e precisamos nos tornar muito profundos para descobrir tantas e tantas coisas para conseguirmos melhorar nossa paciência.
O problema econômico, do trânsito, da moradia, são angústias que surgem diariamente na mente de todos e as demoras suportadas, com a consciência do tempo que se perde, aumentam os fatores molestos que incitam o ânimo e estimulam o impulso da urgência.
Uma das medidas diárias sugeridas para praticarmos pela manhã, é a oração da amanhã.
ORAÇÃO DA MANHÃ
Senhor,No silêncio deste dia que amanhece,
venho pedir-Te a Paciência, a Sabedoria e a Força.
Quero olhar hoje o mundo com os olhos cheio de Amor.
Ser paciente, compreensivo e prudente,
ver além das aparências teus filhos como tu mesmo os vês,
e assim somente ver o bem em cada um.
Cerra meus ouvidos a toda calúnia,
guarda minha língua de toda maldade,
Que só de bênçãos se encha meu espírito.
Que eu seja tão bondoso e alegre, que todos quantos
se achegarem a mim sintam Tua presença.
Más causas produzem maus efeitos e essas más causas, por sua vez se encontram vinculados à Lei do débito e do crédito. Por que temos que sofrer se podemos pagar com boas ações? A impaciência nestes casos nos prejudicam quando decidimos mudar de caminho, pois não é concebível que pessoas sérias não lutem pela paciência. Jesus disse: "Com paciência possuireis vossas Almas".
O impaciente fica estagnado e fracassa, por isso, precisamos nos tornar mais profundos no pensar. Sendo apenas superficiais, somos como as poças que se formam nos caminhos, como atoleiros sem fundo, as águas apodrecem e só fica o lodo. Pessoas do profundo pensar são como lagos profundos, ali palpita a vida, ali vivem os peixes e precisamos nos tornar muito profundos para descobrir tantas e tantas coisas para conseguirmos melhorar nossa paciência.
Minutos de Reflexão
É fácil apontar os erros alheio, mais é difícil admitir os próprios erros. Um homem divulga os erros dos outros sem pensar, entretanto, oculta os seus próprios erros, como um jogador esconde falsos dados.
(A doutrina de Buda - 1996)
(A doutrina de Buda - 1996)
domingo, 9 de novembro de 2014
O ensino através das fábulas I
Um homem que vivia perto de um cemitério, uma noite, ouviu uma voz que o chamava de uma sepultura. Sendo tímido demais para sozinho investigar o que se passava, confiou o ocorrido a um corajoso amigo que, após estudar o local de onde saíra à voz, resolveu ir, à noite, para ver o que acontecia.
Anoiteceu. Enquanto o tímido tremulava de medo, seu amigo foi ao cemitério e ouviu a mesma voz saindo de uma sepultura. O amigo perguntou-lhe quem era e o que desejava. A voz, vinda de baixo, respondeu: "Sou um tesouro oculto e decidi dar-me a alguém. Eu me ofereci a um homem ontem à noite, mas ele era tão medroso que não veio buscar, por isso dou-me a você que é merecedor. Amanhã de manhã, irei à sua casa com meus sete seguidores."
O amigo disse: "Estarei esperando por você, mas, por favor, diga-me como devo trata-los." A voz replicou: "Iremos vestidos de monge. Tenha uma sala pronta para nós, com água. Lave o corpo, limpe a sala e tenha cadeiras e oito tigelas de sopa. Após a refeição, você deverá conduzir cada um de nós a um quarto fechado, no qual nos transformaremos em potes cheios de ouro."
Na manhã seguinte, o homem lavou o corpo e limpou a sala, como lhe fora ordenado, e ficou a espera dos oito monges. À hora acordada, eles apareceram, sendo cortesmente recebidos pelo homem. Depois que tomaram a sopa, ele os conduziu um por um ao quarto fechado, onde cada monge se transformou em um pote cheio de ouro.
Um homem muito ganancioso que vivia nesta mesma aldeia, ao tomar conhecimento do incidente, desejou ter os potes de ouro. Para tanto convidou oito monges para virem até sua casa. Depois que eles tomaram a refeição, o ganancioso, esperando obter o almejado tesouro, conduziu-os a um quarto fechado, mas ao invés de se transformarem em potes de ouro, os monges denunciaram o ganancioso à polícia que o prendeu.
Quanto ao tímido, quando ouviu que a voz da sepultura havia trazido riqueza ao seu corajoso amigo, foi até a casa dele e avidamente lhe pediu ouro, insistindo que era seu, porque a voz foi dirigida primeiramente a ele. Quando o medroso tentou pegar os potes, neles encontrou apenas cobras, erguendo as cabeças prontas para ataca-lo.
O rei, tomando conhecimento deste fato, determinou que os potes pertenciam ao corajoso homem e proferiu a seguinte observação: "Assim se passa com tudo neste mundo. Os tolos cobiçam apenas os bons resultados, mas são tímidos demais para procura-los, e por isso, estão continuamente falhando. Não tem fé nem coragem para enfrentar as intestinais lutas da mente, com as quais, exclusivamente, pode-se atingir a verdadeira paz e harmonia."
(A doutrina de Buda - 1996)
Anoiteceu. Enquanto o tímido tremulava de medo, seu amigo foi ao cemitério e ouviu a mesma voz saindo de uma sepultura. O amigo perguntou-lhe quem era e o que desejava. A voz, vinda de baixo, respondeu: "Sou um tesouro oculto e decidi dar-me a alguém. Eu me ofereci a um homem ontem à noite, mas ele era tão medroso que não veio buscar, por isso dou-me a você que é merecedor. Amanhã de manhã, irei à sua casa com meus sete seguidores."
O amigo disse: "Estarei esperando por você, mas, por favor, diga-me como devo trata-los." A voz replicou: "Iremos vestidos de monge. Tenha uma sala pronta para nós, com água. Lave o corpo, limpe a sala e tenha cadeiras e oito tigelas de sopa. Após a refeição, você deverá conduzir cada um de nós a um quarto fechado, no qual nos transformaremos em potes cheios de ouro."
Na manhã seguinte, o homem lavou o corpo e limpou a sala, como lhe fora ordenado, e ficou a espera dos oito monges. À hora acordada, eles apareceram, sendo cortesmente recebidos pelo homem. Depois que tomaram a sopa, ele os conduziu um por um ao quarto fechado, onde cada monge se transformou em um pote cheio de ouro.
Um homem muito ganancioso que vivia nesta mesma aldeia, ao tomar conhecimento do incidente, desejou ter os potes de ouro. Para tanto convidou oito monges para virem até sua casa. Depois que eles tomaram a refeição, o ganancioso, esperando obter o almejado tesouro, conduziu-os a um quarto fechado, mas ao invés de se transformarem em potes de ouro, os monges denunciaram o ganancioso à polícia que o prendeu.
Quanto ao tímido, quando ouviu que a voz da sepultura havia trazido riqueza ao seu corajoso amigo, foi até a casa dele e avidamente lhe pediu ouro, insistindo que era seu, porque a voz foi dirigida primeiramente a ele. Quando o medroso tentou pegar os potes, neles encontrou apenas cobras, erguendo as cabeças prontas para ataca-lo.
O rei, tomando conhecimento deste fato, determinou que os potes pertenciam ao corajoso homem e proferiu a seguinte observação: "Assim se passa com tudo neste mundo. Os tolos cobiçam apenas os bons resultados, mas são tímidos demais para procura-los, e por isso, estão continuamente falhando. Não tem fé nem coragem para enfrentar as intestinais lutas da mente, com as quais, exclusivamente, pode-se atingir a verdadeira paz e harmonia."
(A doutrina de Buda - 1996)
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Minutos de reflexão
"O que planta e o que rega são uma mesma coisa para a semente."
(Ditado Egípcio)
(Ditado Egípcio)
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Desenvolvimento da compreensão
A compreensão criadora vai se desenvolvendo à base do discernimento, estabelecendo um equilíbrio entre o Ser e o Saber. Quando o Ser é maior que o Saber, dali sucede, como dizia Gurdjieff, um Santo estúpido; quando o Saber é maior que o Ser, dali sucede um patife do intelecto e atualmente o mundo está sendo dirigido por vários destes. Resultado é o estado crítico que a humanidade vive.
Estabelecer o equilíbrio entre o Ser e o Saber é indispensável, as pessoas estabelecem o equilíbrio através da meditação. Se estudarmos um versículo bíblico e não utilizarmos para o estudo mais que o centro informativo, teremos registrado no intelecto; mas se estudarmos o versículo e logo nos observarmos em profunda meditação com o propósito de nos fazer conscientes, por iluminação, do profundo significado desse versículo, então se forma um intercâmbio entre o Ser e o Saber, havendo uma fusão que resultará na compreensão.
Você está preparado para desenvolver sua compreensão ou vai continuar empurrando com a barriga até o final da sua existência? difícil iniciar uma mudança interna, não é? pense bem neste assunto!
Estabelecer o equilíbrio entre o Ser e o Saber é indispensável, as pessoas estabelecem o equilíbrio através da meditação. Se estudarmos um versículo bíblico e não utilizarmos para o estudo mais que o centro informativo, teremos registrado no intelecto; mas se estudarmos o versículo e logo nos observarmos em profunda meditação com o propósito de nos fazer conscientes, por iluminação, do profundo significado desse versículo, então se forma um intercâmbio entre o Ser e o Saber, havendo uma fusão que resultará na compreensão.
Você está preparado para desenvolver sua compreensão ou vai continuar empurrando com a barriga até o final da sua existência? difícil iniciar uma mudança interna, não é? pense bem neste assunto!
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Minutos de reflexão
" Os metais se provam pelo fogo e o valor do homem pela boca de quem o elogia ou censura".
(Ditado Egípcio)
(Ditado Egípcio)
domingo, 12 de outubro de 2014
O que é importante e o que é essencial na sua vida
Donna Hrinak, presidente da Boeing do Brasil, afirmou serem as ‘bolas de cristal’ e as ‘bolas de goma’, fazendo uma analogia aos valores intrínsecos que uma pessoa leva dentro de si.
Para ela, as bolas de cristal devem ser cuidadas com muito carinho, pois são coisas que não se consegue recuperar com o tempo. Entre elas, o crescimento dos filhos ou os momentos que se passa ao lado das pessoas que se ama. Já as bolas de goma são aquelas que se pode recuperar em um segundo momento, como bens materiais por exemplo.
Fatores como bom humor, valorização das pessoas que convivem com você – no trabalho ou na vida pessoal - compartilhar informações e assumir a responsabilidade pelos resultados de sua equipe. Todos esses são mais alguns dos hábitos de ouro incorporados por líderes para obter sucesso em suas carreiras.
O que se pode perceber foi que um líder, independente de qual área atue, não busca somente a excelência profissional, muito menos liderar equipes. Mas procuram, acima de tudo, serem líderes da própria vida.
(Gisele Meter - Psicóloga)
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Minutos de Reflexão
"Uns homens pedem sinais para crer e outros pedem sabedoria para obrar, mas o coração esperançoso tem tudo em sua esperança."
sexta-feira, 30 de maio de 2014
A necessidade do esforço
Conta-se que, no princípio da vida terrestre, o alimento das criaturas era encontrado como oferta da divina Providência, em toda parte, e em troca de tanta bondade, o Pai celeste rogava aos corações mais esforço no aperfeiçoamento da vida.
O povo no entanto, observando que tudo lhe vinha de graça, começou a menosprezar o serviço. O mato inútil cresceu tanto, que invadia casas, onde toda a gente se punha a comer e dormir. Ninguém desejava aprender a ler. A ferrugem, o lixo e o mofo apareciam em todos lugares. Animais, como os cães que colaboram na vigilância, e aves, como os urubus que auxiliam nas obras de limpeza, eram mais prestativos que os homens.
Vendo que ninguém queria corresponder à confiança divina, o Pai celestial mandou retirar as facilidades existentes, determinando que os habitantes da Terra se esforçassem na conquista da própria manutenção. Desde esse tempo, o ar e a água, o Sol e as flores, a claridade das estrelas e o luar continuaram gratuitos para todos, mas o trabalho forçado da alimentação passou a vigorar como sendo a lei para todos, porque, lutando para sustentar-se, o homem melhora a terra, limpa a habitação, aprende a ser sábio e garante o progresso.
DEUS dá tudo, o solo, a chuva, o calor, o vento, mas o preparo do pão de cada dia, por meio do nosso próprio suor e da nossa própria diligência, é obrigação comum a todos nós, a fim de que não olvidemos o nosso divino dever de servir, incessantemente, em busca da Perfeição.
O povo no entanto, observando que tudo lhe vinha de graça, começou a menosprezar o serviço. O mato inútil cresceu tanto, que invadia casas, onde toda a gente se punha a comer e dormir. Ninguém desejava aprender a ler. A ferrugem, o lixo e o mofo apareciam em todos lugares. Animais, como os cães que colaboram na vigilância, e aves, como os urubus que auxiliam nas obras de limpeza, eram mais prestativos que os homens.
Vendo que ninguém queria corresponder à confiança divina, o Pai celestial mandou retirar as facilidades existentes, determinando que os habitantes da Terra se esforçassem na conquista da própria manutenção. Desde esse tempo, o ar e a água, o Sol e as flores, a claridade das estrelas e o luar continuaram gratuitos para todos, mas o trabalho forçado da alimentação passou a vigorar como sendo a lei para todos, porque, lutando para sustentar-se, o homem melhora a terra, limpa a habitação, aprende a ser sábio e garante o progresso.
DEUS dá tudo, o solo, a chuva, o calor, o vento, mas o preparo do pão de cada dia, por meio do nosso próprio suor e da nossa própria diligência, é obrigação comum a todos nós, a fim de que não olvidemos o nosso divino dever de servir, incessantemente, em busca da Perfeição.
terça-feira, 27 de maio de 2014
O perdão justo
Em certa cidade europeia, um homem ignorante, considerado malfeitor, foi condenado à morte na forca. O Juiz fora severo no julgamento. Afirmava que o infeliz era grande criminoso e que só a pena última podia solucionar lhe a situação.
Alguns dias antes do enforcamento, o magistrado veio ao cárcere, em companhia de um filho, jovem alegre e de bom coração que, aproximando-se de um velho soldado, pôs-se a examinar lhe a arma de fogo, mas sem que o rapaz pudesse refletir no perigo do objeto que revirava nas mãos, um tiro escapou, rápido, e, com espanto de todos, a bala em disparada alojou-se num dos braços do condenado à morte, que observava a cena, tranquilamente, da grade.
Banhado em sangue, foi socorrido pelo juiz e pelos circunstantes e, porque a palavra do magistrado fora dura e cruel para o filho irrefletido, o prisioneiro lembrou os ensinamentos do pai, ajoelhou-se aos pés do visitante ilustre e suplicou-lhe desculpas para o moço em lágrimas, afirmando que o jovem não tivera a mínima intenção de feri-lo.
O juiz notou a profunda sinceridade da rogativa e, em silêncio, passou a reparar que o condenado era portador de nobre coração e de inexprimível bondade e no dia imediato, promoveu medidas para a revisão do processo que lhe dizia respeito e, em pouco tempo, a pena de morte era comutada para somente alguns meses de prisão.
Perdoando ao rapaz que o ferira, o prisioneiro encontrou perdão justo para suas faltas, conseguindo, desse modo, recomeçar a vida, em bases mais sólidas de paz, confiança, trabalho e alegria.
Alguns dias antes do enforcamento, o magistrado veio ao cárcere, em companhia de um filho, jovem alegre e de bom coração que, aproximando-se de um velho soldado, pôs-se a examinar lhe a arma de fogo, mas sem que o rapaz pudesse refletir no perigo do objeto que revirava nas mãos, um tiro escapou, rápido, e, com espanto de todos, a bala em disparada alojou-se num dos braços do condenado à morte, que observava a cena, tranquilamente, da grade.
Banhado em sangue, foi socorrido pelo juiz e pelos circunstantes e, porque a palavra do magistrado fora dura e cruel para o filho irrefletido, o prisioneiro lembrou os ensinamentos do pai, ajoelhou-se aos pés do visitante ilustre e suplicou-lhe desculpas para o moço em lágrimas, afirmando que o jovem não tivera a mínima intenção de feri-lo.
O juiz notou a profunda sinceridade da rogativa e, em silêncio, passou a reparar que o condenado era portador de nobre coração e de inexprimível bondade e no dia imediato, promoveu medidas para a revisão do processo que lhe dizia respeito e, em pouco tempo, a pena de morte era comutada para somente alguns meses de prisão.
Perdoando ao rapaz que o ferira, o prisioneiro encontrou perdão justo para suas faltas, conseguindo, desse modo, recomeçar a vida, em bases mais sólidas de paz, confiança, trabalho e alegria.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Autoconfiança
O poder do cérebro é tamanho que, normalmente ele vai preferir ficar estagnado em crenças absurdas ao invés de ter que se adaptar a toda nova linha de pensamento que, custaria muito tempo e energia, além de ferir o ego se formos educados desde pequenos a crer em determinadas coisas (mesmo sendo provadas serem falsas).
Uma poderosa causa de dissonância é o conflito entre uma crença e um elemento fundamental do autoconceito ("eu sou uma boa pessoa"). A ansiedade causada pela possibilidade de ter conscientemente prejudicado algo ou alguém, pode conduzir a criar justificações ou racionalizações adicionais ao ato.Como ferramenta inicial podemos traçar a meta da auto realização, que depende dentre outras coisas, do desenvolvimento da autoconfiança. Se o tempo inteiro você estiver falando do poder de outra pessoa, sem possuir autoconfiança, quando você vai adquirir poder e confiança em si mesmo? devemos considerar a autoconfiança como o recurso mais importante na vida, pois sem ela, nunca alcançaremos a bem aventurança.
Só conseguimos alcançar nossos objetivos quando temos fé firme, desenvolvendo a autoconfiança, seremos levados à autossatisfação.
domingo, 27 de abril de 2014
Auto Conhecimento
AUTO SATISFAÇÃO é fundamental para o aprendizado na vida humana, no começo é mecânico, instintivo, funcional e gradualmente surge um novo modelo de satisfação. E é quando iluminada pela auto confiança na elevação dos propósitos para esta vida, inicia-se a busca pela satisfação mais profunda, como nas relações, na prosperidade, no uso do tempo para o próprio crescimento.
AUTO CONFIANÇA é o fluir da fé, no começo nasce do estudo, da habilidade e da motivação pelo reconhecimento das pessoas sobre nós, com o tempo , se amplia na conexão com o divino, o sagrado e surge uma compreensão de um poder maior que nos faz seguir dentro de uma suprema ordem de amor e providência. A satisfação se amplia e nos sentimos felizes com cada dia, cada conquista, uma espécie de realização com a felicidade poética, que redefine o nosso estar no mundo. Gostamos do que temos, do que fazemos, para onde estamos indo.
AUTO REALIZAÇÃO é a expressão plena do auto conhecimento, um estado de plenitude indefinível, mas claro em si, dentro de cada um se apercebe do esplendor da vida humana e do movimento da sobrevivência, da resistência, do nutrir, do servir, do contentamento em tudo, da graça em tudo, do ser flexível, ao ponto de dar a própria vida pelos seres que ama. O amor é o maior poder no pensamento, na fala e no agir de um ser auto realizado, um homem de bem.
“Quando uma árvore balança com o vento, seus ramos se curvam e sacodem para cima e para baixo. Mas o pequeno pássaro sentado sobre ela não tem medo? Por quê? Porque a ave confia em suas asas. Mesmo que o ramo caia, enquanto suas asas estiverem bem, ele estará seguro. Com essa percepção, o pássaro permanece bravamente no ramo que balança. No entanto, os seres humanos não têm tanta fé como um passarinho. Mesmo com os menores problemas na árvore da vida, as pessoas ficam muito preocupadas; por quê? É porque perderam a autoconfiança. Mesmo com o menor sofrimento, as pessoas ficam frustradas, deprimidas e incapazes de suportá-lo. Em vez de depender de sua inteligência, força física ou riqueza, confie em sua autoconfiança.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Que buracos você tem feito?
Uma menina que vivia irritada e de temperamento forte, vivia desobedecendo seus pais e
aprontava com todos ao redor para chamar a atenção dos familiares.
O Pai da menina, já não aguentando mais as situações que ela aprontava, chamou-a e lhe deu um saco cheio de pregos e disse-lhe que toda vez que ela se irritasse e ofendesse alguma pessoa, deveria martelar um prego na cerca. Nos primeiros dias a menina martelou dezenas de pregos.
O Pai da menina, já não aguentando mais as situações que ela aprontava, chamou-a e lhe deu um saco cheio de pregos e disse-lhe que toda vez que ela se irritasse e ofendesse alguma pessoa, deveria martelar um prego na cerca. Nos primeiros dias a menina martelou dezenas de pregos.
Em algumas semanas, foi aprendendo a controlar seu temperamento, e o número de pregos martelados por dia reduziu gradativamente. Descobriu que era mais fácil controlar seu temperamento do que martelar todos aqueles pregos na cerca... Finalmente chegou o dia em que a menina não ofendeu nenhuma pessoa e alegre com situação, contou a seu pai. Ele sugeriu que ela retirasse um prego por cada dia que ela conseguisse se controlar.
Finalmente chegou o dia em que a menina retirou todos os pregos da cerca. Então
o pai pegou a mão da sua filha e caminhou em direção da cerca e disse-lhe:
“ - Você
foi muito bem minha filha!” Mas olhe para todos esses buracos na cerca, ela jamais
será a mesma cerca harmoniosa e bonita. Quando você diz coisas sem consciência
e com raiva, elas deixam marcas como estas para sempre. Você pode ferir uma pessoa com uma
faca e depois tirar a faca, não importa quantas vezes você pedir perdão, a
ferida ainda vai estar lá. Uma ferida verbal pode ser até mais grave do que uma
física.
Lembre-se da lição que o pai ensinou para sua filha. Que "buracos" você tem feito recentemente? Alguns podem ser grandes e outros pequenos. Sejam do tamanho que forem, cada buraco que é feito com raiva faz a vida um pouco mais dura e feia. A próxima vez que você começar a sentir raiva, tente se expressar de maneira diferente e reduzir o número de buracos que você deixa nesta vida.
Lembre-se da lição que o pai ensinou para sua filha. Que "buracos" você tem feito recentemente? Alguns podem ser grandes e outros pequenos. Sejam do tamanho que forem, cada buraco que é feito com raiva faz a vida um pouco mais dura e feia. A próxima vez que você começar a sentir raiva, tente se expressar de maneira diferente e reduzir o número de buracos que você deixa nesta vida.
terça-feira, 15 de abril de 2014
Minutos de Reflexão
"Feliz o homem que encontrou a sabedoria, o homem que alcançou o entendimento!" (Provérbios 3:13)
A palavra SABEDORIA é citada 214 vezes na bíblia! DEUS não quer que continuemos ignorantes e cegos, a inteligência é um dom do criador.
A palavra SABEDORIA é citada 214 vezes na bíblia! DEUS não quer que continuemos ignorantes e cegos, a inteligência é um dom do criador.
domingo, 13 de abril de 2014
O Joio e o Trigo
Um semeador, durante todo dia, semeou grãos de trigo no seu campo. Ao por do sol voltou para casa, cansado, mas feliz por haver realizado sua missão de trabalho. Semeara trigo e estava contente porque aquele trigo seria, em breve, transformado em pão, para alimento de muita gente. Porém, esse homem tinha um inimigo que invejava suas plantações. O inimigo era mau e queria, a todo custo prejudicar as sementeiras do fazendeiro.
"Que farei?" - pensava o inimigo. E teve a ideia maldosa de semear pequenas pedras no campo de trigo; mas poderiam ser retiradas e seu ódio não ficaria satisfeito. Resolveu, então, semear joio onde o trigo havia sido semeado. Foi esse o plano maldoso do inimigo do semeador.
O joio é uma planta muito parecida com o trigo, mas, não serve para alimentação do homem, podendo até envenená-lo. Eis porque o inimigo do fazendeiro quis fazer a mistura do joio com o trigo no campo, visando prejudicar a colheita e causar males aos que se alimentassem do produto daquele campo.
O inimigo fez o que pensou. Durante a noite, enquanto o fazendeiro e seus trabalhadores dormiam, o homem maldoso entrou no campo e semeou joio no meio do trigal. Completada sua obra de ódio e ruindade, ele se retirou, cuidadosamente.
Algum tempo depois, apareceu também o joio. Então , os trabalhadores foram dizer ao fazendeiro o que haviam visto no campo:
- Senhor, não semeaste no campo somente boas sementes? Poe que, então, está nascendo joio no trigal?
O Fazendeiro já havia descoberto tudo e respondeu aos servidores:
- Foi um inimigo que fez isso.....
Os trabalhadores lhe perguntaram:
- Senhor, queres que vamos, agora mesmo arrancar o joio?
O senhor lhes respondeu com uma explicação:
- Não é possível fazer isso agora. Vocês sabem que o joio é muito parecido com o trigo. Se vocês quiserem arrancar o joio que foi plantado junto com o bom grão, arrancarão também o trigo, pois as raízes de ambos muitas vezes se entrelaçam. Deixem que cresçam juntos o joio e o trigo. Na época da ceifa, eu direi aos ceifeiros que colham primeiro o joio e o atem em feixes para queimá-lo; e depois juntem o trigo no meu celeiro.
Medite bem sobre esta parábola e não permita que as forças do mal lancem no seu coração o joio da maldade e dos pensamentos indignos. Salomão já ensinava, há três mil anos: "Acima de todas as coisas que se devem guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida" (Provérbios, 4:23).
"Que farei?" - pensava o inimigo. E teve a ideia maldosa de semear pequenas pedras no campo de trigo; mas poderiam ser retiradas e seu ódio não ficaria satisfeito. Resolveu, então, semear joio onde o trigo havia sido semeado. Foi esse o plano maldoso do inimigo do semeador.
O joio é uma planta muito parecida com o trigo, mas, não serve para alimentação do homem, podendo até envenená-lo. Eis porque o inimigo do fazendeiro quis fazer a mistura do joio com o trigo no campo, visando prejudicar a colheita e causar males aos que se alimentassem do produto daquele campo.
O inimigo fez o que pensou. Durante a noite, enquanto o fazendeiro e seus trabalhadores dormiam, o homem maldoso entrou no campo e semeou joio no meio do trigal. Completada sua obra de ódio e ruindade, ele se retirou, cuidadosamente.
Algum tempo depois, apareceu também o joio. Então , os trabalhadores foram dizer ao fazendeiro o que haviam visto no campo:
- Senhor, não semeaste no campo somente boas sementes? Poe que, então, está nascendo joio no trigal?
O Fazendeiro já havia descoberto tudo e respondeu aos servidores:
- Foi um inimigo que fez isso.....
Os trabalhadores lhe perguntaram:
- Senhor, queres que vamos, agora mesmo arrancar o joio?
O senhor lhes respondeu com uma explicação:
- Não é possível fazer isso agora. Vocês sabem que o joio é muito parecido com o trigo. Se vocês quiserem arrancar o joio que foi plantado junto com o bom grão, arrancarão também o trigo, pois as raízes de ambos muitas vezes se entrelaçam. Deixem que cresçam juntos o joio e o trigo. Na época da ceifa, eu direi aos ceifeiros que colham primeiro o joio e o atem em feixes para queimá-lo; e depois juntem o trigo no meu celeiro.
Medite bem sobre esta parábola e não permita que as forças do mal lancem no seu coração o joio da maldade e dos pensamentos indignos. Salomão já ensinava, há três mil anos: "Acima de todas as coisas que se devem guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida" (Provérbios, 4:23).
terça-feira, 8 de abril de 2014
O pão nosso de cada dia
O pão nosso de cada dia não é somente o almoço e o jantar, o café e a merenda. É também a ideia e o sentimento, a palavra e a ação.
Para que reine a saúde com alegria, em torno de nós, precisamos de nossas refeições, mas necessitamos também de paz e esperança, de fé e valor moral.
Com os nossos modos de agir, operamos sobre os outros. Conversando, distribuímos nossos pensamentos. Nossos atos influenciam os que nos cercam, segundo as nossas intenções.
Que todos os seres sejam felizes.
Para que reine a saúde com alegria, em torno de nós, precisamos de nossas refeições, mas necessitamos também de paz e esperança, de fé e valor moral.
Com os nossos modos de agir, operamos sobre os outros. Conversando, distribuímos nossos pensamentos. Nossos atos influenciam os que nos cercam, segundo as nossas intenções.
Que todos os seres sejam felizes.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Sua mente anda adomercida ?
Um cientista, da Universidade de Phoenix Arizona, queria provar a tese do controle psicológico sobre as reações fisiológicas de nosso organismo. Conseguiu, na Penitenciária Federal, um voluntário condenado à morte, que seria executado em cadeira elétrica. Devidamente autorizado pela Corte, o cientista propôs ao condenado o seguinte:
Ele participaria de uma experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, suficiente para gotejar o seu sangue até a última gota. Ele teria uma chance de sobreviver, pois o sangue poderia coagular e estancar o ferimento. Se isso acontecesse, ele ganharia a liberdade, caso contrário, ele iria falecer pela perda do sangue, porém teria uma morte sem sofrimento e sem dor.
O condenado aceitou, pois era preferível do que morrer na cadeira elétrica, e ainda teria a chance de sobreviver. Foi colocado em uma cama alta de hospital e teve seu corpo imobilizado para que não se movesse. Fizeram um pequeno corte em seu pulso e foi colocada uma pequena vasilha de alumínio, logo abaixo, para que ele pudesse ouvir o gotejar do sangue no recipiente. O corte foi superficial e não atingiu qualquer veia ou artéria, mas suficiente para que ele sentisse o pulso sendo cortado, sem sangrar. Ele ignorava que debaixo de sua cama tinha um frasco de soro com uma pequena válvula.
Ao ferir seu pulso, o cientista abriu a válvula do frasco para que ele acreditasse que era seu o sangue que estava pingando na vasilha. Na verdade, era o soro do frasco que gotejava. De 10 em 10 minutos, sem ser visto, o cientista fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento diminuía. O condenado acreditava que seu sangue estava diminuindo. Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido. Quando o cientista fechou a válvula, o condenado teve uma parada cardíaca e morreu, sem ter perdido uma gota de sangue.
O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre ao pé da letra, tudo que lhe é enviado, seja positivo ou negativo e a reação envolve toda sua fisiologia, principalmente os órgãos visados.
(Darlou D’Arisbo – Antropometrista)
Essa pesquisa revelou um alerta para filtrarmos o que enviamos para nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia, o certo do errado, simplesmente grava e executa o que lhe é enviado.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Minutos de Reflexão
"Necessitamos
saber o que estamos fazendo inadequadamente, como também o que
conseguimos fazer com adequação, de modo a podermos corrigir as
ineficiências e mantermos os acertos”.
(Fela Moscovici, 1999)terça-feira, 1 de abril de 2014
Qual grupo você deseja pertencer ?
Mensagem de um jovem aluno que cursava o 3º ano do
ensino médio:
Tivemos aula de Filosofia logo após um feriado
prolongado. Como a maioria dos alunos havia viajado, todos estavam ansiosos
para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral. Um velho
professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para
conseguir silêncio. Com grande dose de paciência, tentou começar a aula, mas a turma
não correspondeu. Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir
silêncio educadamente. Não adiantou, ignoramos a solicitação e continuamos
firmes na conversa. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a
maior bronca que eu já presenciei.
Ele gritou: "Prestem atenção porque eu vou
falar isso uma única vez", um silêncio carregado de culpa se instalou em
toda a sala e o professor continuou. "Desde que comecei a lecionar, isso
já faz muito anos, descobri que nós, professores, trabalhamos apenas 5% dos
alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos,
apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas
cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa
para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para
fazer volume; passam pela vida sem deixar nada de útil. O interessante é que
essa percentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção, notarão
que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem
líderes, apenas cinco mudam o mundo; e podemos generalizar ainda mais: de cem
pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais. É uma pena muito grande
não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu
deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora,
então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo
sabendo ter investido nos melhores. Mas, infelizmente, não há como saber quais
de vocês são esses alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei
de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da
confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre
pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de
hoje".
Nem preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o
nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a
bronca tocou fundo em todos nós, pois nossa turma teve um comportamento exemplar em todas
as aulas de Filosofia durante todo o ano; afinal quem gostaria de
espontaneamente ser classificado como fazendo parte do resto? Hoje não me lembro muita coisa das aulas de
Filosofia, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci. Para mim,
aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença em minha vida. De fato,
percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar
sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo
bem ou não; só o tempo dirá a que grupo pertencemos. Contudo, uma coisa é
certa: se não tentarmos ser especiais em tudo o que fazemos, se não tentarmos
fazer sempre o melhor possível, seguramente sobraremos na turma do resto."
Fica a pergunta: E você, a qual grupo deseja
pertencer? É você que escolhe.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Le petit bonheur - A pequena felicidade
Como é estranha a nossa pequena progressão na vida! A criança diz:
"Quando eu for um menino grande." O menino grande diz:
"Quando eu for adulto." E quando se torna adulto diz:
"Quando eu me casar." Mas depois do casamento, pensa:
"Quando puder me aposentar." Então, quando a aposentadoria chega, ele olha para trás e vê a paisagem percorrida; um vento frio parece varrê-la; de alguma forma, ele deixou de apreciá-la e ela não existe mais. Nós aprendemos tarde demais que a vida consiste em viver intensamente no emaranhado de cada dia e cada hora.
(Stephen Leacock)
"Quando eu for um menino grande." O menino grande diz:
"Quando eu for adulto." E quando se torna adulto diz:
"Quando eu me casar." Mas depois do casamento, pensa:
"Quando puder me aposentar." Então, quando a aposentadoria chega, ele olha para trás e vê a paisagem percorrida; um vento frio parece varrê-la; de alguma forma, ele deixou de apreciá-la e ela não existe mais. Nós aprendemos tarde demais que a vida consiste em viver intensamente no emaranhado de cada dia e cada hora.
(Stephen Leacock)
- Você encontra felicidade no seu presente ou está sempre esperando algo de bom no futuro?
- Você permite que as condições externas ditem suas atitudes, suas decisões e sua felicidade, ou geralmente se deixa conduzir pelas condições internas?
- No geral, são poucos acontecimentos que provocam muita felicidade, por isso pessoas felizes são aquelas que encontram felicidade nos pequenos acontecimentos e nas pequenas alegrias do dia a dia, muitas vezes descobrem prazeres em momentos de tédio e até durante as tempestades.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Virtude, ética e o amor como eternas companheiras
"Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui outra.
Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só, nem nos deixa sós; leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito, mas há os que não levam nada; há os que deixam muito, mas há os que não deixam nada.
Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso."
(Antoine de Saint-Exupéry - O pequeno príncipe)
Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só, nem nos deixa sós; leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito, mas há os que não levam nada; há os que deixam muito, mas há os que não deixam nada.
Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso."
(Antoine de Saint-Exupéry - O pequeno príncipe)
domingo, 8 de dezembro de 2013
Minutos de Reflexão
" Os fracos é que são cruéis; só se deve esperar bondade dos fortes."
(Leo Rosten)
(Leo Rosten)
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
A transformação ocorrerá ...
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer.
Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva.
Não vão dar alegria para ninguém.
Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que irão para algum lugar onde permanecerão piruás.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva.
Não vão dar alegria para ninguém.
Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que irão para algum lugar onde permanecerão piruás.
(Adaptado de Rubens Alves, 1986)
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