Um rei mandou reunir um grupo de sábios para decidir qual era a parte mais importante do corpo. O endocrinologista afirmou que eram as glândulas, porque regulavam as funções; o neurologista disse que era o coração, porque sem ele as glândulas não funcionavam. O nutricionista garantiu que era o estômago, porque, sem alimento, o coração não tinha forças para trabalhar.
O mais sábio de todos ouvia tudo em silêncio. Como não chegavam a nenhum acordo, quiseram saber a sua opinião.
- Todas essas partes são fundamentais para a vida - disse o mais sábio. - Se faltar uma delas, o corpo morre. Entretanto, a parte mais importante não existe: é o canal imaginário que liga o ouvido à lingua.
"Se este canal estiver com problemas, o homem passa a dizer coisas que não ouviu - e então, não apenas o corpo morre, mas a alma é condenada para sempre."
Troca de práticas e exercícios para aplicarmos no dia-a-dia, com intuíto de aumentarmos a performance das equipes, famílias, práticas esportivas, etc.
sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
As três coisas preciosas
Dizem os homens que eu sou grande, como se eu fosse algo especial.
Grande só é quem nada se importa com sua grandeza.
Quem deseja ser grande perante os outros, esse é pequeno.
Três palavras me são sagradas: a primeira é bondade, a segunda, suficiência, a terceira, modéstia.
A bondade dá força, a suficiência alarga a estreiteza, a modéstia faz do homem um veículo para a atuação das forças eternas.
Hoje em dia não é assim. O homem não conhece mais bondade, e, ainda assim, se julga forte. Não tem mais suficiência, só reclama seus direitos; ninguém sabe ser modesto, mas só pensa em sucesso. E isto conduz à ruína.
Quem é realmente bom vence na luta porque é invencível. Quando o inimigo avança, esse homem é amparado pelo céu.
O mestre realmente competente convence, mas não discute. Um verdadeiro soldado luta, mas não tem raiva. Um vencedor real supera, mas não se irrita. Um autêntico chefe coloca cada homem no seu lugar, mas não tiraniza ninguém.
Essa atuação nascida de dentro conserva a paz verdadeira, pratica a arte sublime de conduzir os homens suavemente. É uma atuação oriunda do céu.
Semelhante atuação foi desde sempre considerada como a mais alta.
(Tao Te Ching de Lao-Tsé)
"Bondade, suficiência e modéstia representam o carisma, que brotam dos atos externos do homem realmente grande. O grande homem assume atitude de um eterno aprendiz e nunca se considera mestre de ninguém."
Grande só é quem nada se importa com sua grandeza.
Quem deseja ser grande perante os outros, esse é pequeno.
Três palavras me são sagradas: a primeira é bondade, a segunda, suficiência, a terceira, modéstia.
A bondade dá força, a suficiência alarga a estreiteza, a modéstia faz do homem um veículo para a atuação das forças eternas.
Hoje em dia não é assim. O homem não conhece mais bondade, e, ainda assim, se julga forte. Não tem mais suficiência, só reclama seus direitos; ninguém sabe ser modesto, mas só pensa em sucesso. E isto conduz à ruína.
Quem é realmente bom vence na luta porque é invencível. Quando o inimigo avança, esse homem é amparado pelo céu.
O mestre realmente competente convence, mas não discute. Um verdadeiro soldado luta, mas não tem raiva. Um vencedor real supera, mas não se irrita. Um autêntico chefe coloca cada homem no seu lugar, mas não tiraniza ninguém.
Essa atuação nascida de dentro conserva a paz verdadeira, pratica a arte sublime de conduzir os homens suavemente. É uma atuação oriunda do céu.
Semelhante atuação foi desde sempre considerada como a mais alta.
(Tao Te Ching de Lao-Tsé)
"Bondade, suficiência e modéstia representam o carisma, que brotam dos atos externos do homem realmente grande. O grande homem assume atitude de um eterno aprendiz e nunca se considera mestre de ninguém."
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Via de mão dupla
Muitas vezes o colaborador não faz o que deveria, porque o líder não sabe o que realmente quer.
Quando se trata de coisas sendo feito por pessoas, a mediocridade gera incertezas. Os líderes e os colaboradores igualmente tornam-se frustrados quando as expectativas não são atendidas. O problema surge muitas vezes por causa de uma falha na comunicação. Os objetivos são duvidosos e as expectativas são, na maioria das vezes um resultado médio ou ruim.
No entanto, a comunicação eficaz é uma via de mão dupla.
Em alguns casos, os colaboradres não compreendem claramente os objetivos e expectativas e não tem o tempo para esclarecer a situação com seu líder. Em outros casos, os colaboradores são conscientes ou inconscientementes confortáveis com as incertezas. Eles evitam clareza e se contentam em fazer o que eles acham que é necessário porque quando existe a incerteza, a responsabilidade é reduzida ou eliminada.
Por outro lado, os líderes são muitas vezes culpados em pensar que estão na mesma sintonia de sua equipe, quando na realidade eles não forneceram os detalhes necessários para garantir o sucesso, ou não capacitam os colaboradores a pensar e tomar decisões que poderiam melhorar os resultados.
Os líderes precisam fornecer orientação clara e garantir a clareza das expectativas. Eles devem falar abertamente com os membros da equipe sobre como desejam o resultado, quando será concluído, e o que os colaboradres devem fazer se encontrarem barreiras no caminho.
Em última instância, os líderes devem usar uma combinação de táticas de comunicação, ao invés de apenas um e-mail, uma reunião ou um telefonema. Combinando a comunicação verbal “frente a frente” e a comunicação escrita, proporcionando aos membros da equipe a chance de interagir, gerando o maior poder de confiança no líder.
Se você é a pessoa que recebe as instruções, você também têm a responsabilidade de definir claramente as expectativas. Repita, volte a perguntar o que você acha que é esperado e obtenha um acordo sobre objetivos, expectativas e as etapas de ação a ser concluída.
Quando se trata de coisas sendo feito por pessoas, a mediocridade gera incertezas. Os líderes e os colaboradores igualmente tornam-se frustrados quando as expectativas não são atendidas. O problema surge muitas vezes por causa de uma falha na comunicação. Os objetivos são duvidosos e as expectativas são, na maioria das vezes um resultado médio ou ruim.
No entanto, a comunicação eficaz é uma via de mão dupla.
Em alguns casos, os colaboradres não compreendem claramente os objetivos e expectativas e não tem o tempo para esclarecer a situação com seu líder. Em outros casos, os colaboradores são conscientes ou inconscientementes confortáveis com as incertezas. Eles evitam clareza e se contentam em fazer o que eles acham que é necessário porque quando existe a incerteza, a responsabilidade é reduzida ou eliminada.
Por outro lado, os líderes são muitas vezes culpados em pensar que estão na mesma sintonia de sua equipe, quando na realidade eles não forneceram os detalhes necessários para garantir o sucesso, ou não capacitam os colaboradores a pensar e tomar decisões que poderiam melhorar os resultados.
Os líderes precisam fornecer orientação clara e garantir a clareza das expectativas. Eles devem falar abertamente com os membros da equipe sobre como desejam o resultado, quando será concluído, e o que os colaboradres devem fazer se encontrarem barreiras no caminho.
Em última instância, os líderes devem usar uma combinação de táticas de comunicação, ao invés de apenas um e-mail, uma reunião ou um telefonema. Combinando a comunicação verbal “frente a frente” e a comunicação escrita, proporcionando aos membros da equipe a chance de interagir, gerando o maior poder de confiança no líder.
Se você é a pessoa que recebe as instruções, você também têm a responsabilidade de definir claramente as expectativas. Repita, volte a perguntar o que você acha que é esperado e obtenha um acordo sobre objetivos, expectativas e as etapas de ação a ser concluída.
sábado, 24 de dezembro de 2011
A Liderança do Papai Noel
O personagem foi inspirado em São Nicolau, arcebispo de Mira, na Turquia, no século IV. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo inteiro.
Papai Noel até então era representado com roupas de inverno, na cor verde com detalhes prateados, tipico de lenhadores local.
Historicamente é comprovado que o responsável por sua roupagem vermelha foi o cartunista alemão Thomas Nast, em 1886 em uma revista semanal, porém no ano de 1931 a Coca-Cola realizou uma grande campanha publicitária vestindo Papai Noel com as cores vermelha e branca, o que foi bastante conveniente, já que estas são as cores de seu rótulo. Tal campanha, destinada a promover o consumo de Coca-Cola no inverno (período em que as vendas da bebida eram baixas na época), fez um enorme sucesso e a nova imagem de Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo. Essa imagem tem se mantido e reforçado por meio da mídia, em meios publicitários, como músicas, filmes e propagandas.
Conforme a lenda, Papai Noel mora no Extremo Norte, numa terra de neve eterna. Na versão americana, ele mora em sua casa no Polo Norte, enquanto na versão britânica frequentemente se diz que ele reside nas montanhas de Korvatunturi na Lapônia, Finlândia. Papai Noel vive com sua esposa Mamãe Noel, incontáveis elfos mágicos e oito renas voadoras. O caso da chaminé, inclusive, é um dos mais curiosos na lenda de Papai Noel. Alguns estudiosos defendem que isso se deve ao fato de que várias pessoas tinham o costume de limpar as chaminés no Ano Novo para permitir que a boa sorte entrasse na casa durante o resto do ano.
Outra lenda popular diz que ele faz uma lista de crianças ao redor do mundo, classificando-as de acordo com seu comportamento, e que entrega presentes, como brinquedos a todos os garotos e garotas bem-comportados no mundo, e às vezes carvão às crianças mal-comportadas, na noite da véspera de Natal. Papai Noel consegue esse feito anual com o auxílio de elfos, que fazem os brinquedos na oficina, e das renas que puxam o trenó.
Indiscutivelmente o velhinho Noel faz a diferença, trazendo aos lares a magia da pureza e o presente da harmonia e da confraternização entre os humanos, tão desejado pelo criador, mesmo que por poucos minutos na noite de Natal, como símbolo da paz e do amor que nosso Cristo deixou.
Obrigado Nicolau pela sua bondade de espírito!
FELIZ NATAL PARA TODOS.
O tempo passa e tudo muda...
Um sábio chinês presenteou o imperador com um livro…
O livro tinha apenas duas páginas. Ao dá-lo, o sábio explicou: “No momento mais triste de sua vida, senhor imperador, leia a primeira página e feche o livro. No momento mais feliz, leia a segunda. O presente terá atingido seu objetivo”.
Tempos depois, o azar abateu-se sobre o império. Uma peste matou parte da população, uma praga destruiu a lavoura, bárbaros invadiram as terras, saqueando o que sobrara. Desesperado, o imperador lembrou-se do livro. Na primeira página, somente uma frase curta: “Isto vai passar”. Incansável e laborioso, ele convocou seus conselheiros e pediu o apoio de seu povo para expulsar os invasores, debelar a peste e recuperar a lavoura.
Mais tarde, sua única filha casou-se com o filho de um imperador vizinho e os dois países se uniram em um único e imenso império. Feliz da vida, o imperador lembrou-se novamente do livro e foi direto à segunda página, onde se lia apenas outra frase curta: “Isto também vai passar”.
" NÃO DEVEMOS NOS EMBRIAGAR PELAS GRANDES ALEGRIAS NEM NOS DEIXAR ABATER PELAS GRANDES FRUSTRAÇÕES."
O livro tinha apenas duas páginas. Ao dá-lo, o sábio explicou: “No momento mais triste de sua vida, senhor imperador, leia a primeira página e feche o livro. No momento mais feliz, leia a segunda. O presente terá atingido seu objetivo”.
Tempos depois, o azar abateu-se sobre o império. Uma peste matou parte da população, uma praga destruiu a lavoura, bárbaros invadiram as terras, saqueando o que sobrara. Desesperado, o imperador lembrou-se do livro. Na primeira página, somente uma frase curta: “Isto vai passar”. Incansável e laborioso, ele convocou seus conselheiros e pediu o apoio de seu povo para expulsar os invasores, debelar a peste e recuperar a lavoura.
Mais tarde, sua única filha casou-se com o filho de um imperador vizinho e os dois países se uniram em um único e imenso império. Feliz da vida, o imperador lembrou-se novamente do livro e foi direto à segunda página, onde se lia apenas outra frase curta: “Isto também vai passar”.
" NÃO DEVEMOS NOS EMBRIAGAR PELAS GRANDES ALEGRIAS NEM NOS DEIXAR ABATER PELAS GRANDES FRUSTRAÇÕES."
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
A lição da união
Um famoso guerreiro por sua invencibilidade nas batalhas, extremamente cruel e temido por todos, quando se aproximava de uma aldeia, os moradores saíam correndo para as montanhas, onde se escondiam do malvado guerreiro.
Certo dia, alguém viu se aproximar, com seu exército, de uma pequena aldeia, onde viviam alguns agricultores e, entre eles, um velhinho muito sábio.
Quando o pessoal escutou a terrível notícia de que o guerreiro se aproximava, trataram de juntar o que podiam e fugir imediatamente para as montanhas. Apenas o velhinho não foi. O guerreiro entrou na aldeia e foi cruel, destruíndo e incendiando as casas e matando todos animais existentes.
Ao chegar na casa do velhinho, o guerreiro disse sem piedade que seus dias haviam chegado ao fim, mas lhe concederia um último desejo antes de passá-lo pelo fio de sua espada. O velhinho pensou um pouco e pediu ao guerreiro que fosse com ele até o bosque e ali lhe cortasse um galho de uma árvore. O guerreiro achou aquilo uma besteira: "Esse velho deve estar gagá. Que último desejo mais besta, mas, se esse é o seu último desejo, vou atendê-lo." E lá foi o guerreiro até o bosque e, com um golpe de sua espada, cortou um galho de uma árvore.
- Muito bem - disse o velhinho. - O senhor cortou o galho da árvore. Agora, por favor, coloque esse galho na árvore outra vez.
O guerreiro deu uma grande gargalhada, dizendo que aquele velho devia estar louco, pois todo mundo sabia que não era mais possívvel colocar o galho cortado na árvore novamente. O velhinho, respondeu:
- Louco é você que pensa que tem poder só porque destrói as coisas e mata as pessoas que encontra na frente. Quem só sabe destruir e matar não tem poder. Poder tem o líder que sabe juntar, que sabe unir o que foi separado, que faz reviver o que parece morto. Esse líder tem verdadeiro poder.
"Conseguir que uma equipe trabalhe unida é uma verdadeira arte, muitas vezes o líder precisa se sacrificar para manter a ordem, paz e harmonia."
Certo dia, alguém viu se aproximar, com seu exército, de uma pequena aldeia, onde viviam alguns agricultores e, entre eles, um velhinho muito sábio.
Quando o pessoal escutou a terrível notícia de que o guerreiro se aproximava, trataram de juntar o que podiam e fugir imediatamente para as montanhas. Apenas o velhinho não foi. O guerreiro entrou na aldeia e foi cruel, destruíndo e incendiando as casas e matando todos animais existentes.
Ao chegar na casa do velhinho, o guerreiro disse sem piedade que seus dias haviam chegado ao fim, mas lhe concederia um último desejo antes de passá-lo pelo fio de sua espada. O velhinho pensou um pouco e pediu ao guerreiro que fosse com ele até o bosque e ali lhe cortasse um galho de uma árvore. O guerreiro achou aquilo uma besteira: "Esse velho deve estar gagá. Que último desejo mais besta, mas, se esse é o seu último desejo, vou atendê-lo." E lá foi o guerreiro até o bosque e, com um golpe de sua espada, cortou um galho de uma árvore.
- Muito bem - disse o velhinho. - O senhor cortou o galho da árvore. Agora, por favor, coloque esse galho na árvore outra vez.
O guerreiro deu uma grande gargalhada, dizendo que aquele velho devia estar louco, pois todo mundo sabia que não era mais possívvel colocar o galho cortado na árvore novamente. O velhinho, respondeu:
- Louco é você que pensa que tem poder só porque destrói as coisas e mata as pessoas que encontra na frente. Quem só sabe destruir e matar não tem poder. Poder tem o líder que sabe juntar, que sabe unir o que foi separado, que faz reviver o que parece morto. Esse líder tem verdadeiro poder.
"Conseguir que uma equipe trabalhe unida é uma verdadeira arte, muitas vezes o líder precisa se sacrificar para manter a ordem, paz e harmonia."
domingo, 18 de dezembro de 2011
Conhece-te a ti mesmo
"Conhece-te a ti mesmo", mostra que um enunciado com mais de 2000 anos ainda não atingiu a evolução interna e o tão desejado aperfeiçoamento humano.
O poder da observação de nossos próprios atos é o início do trabalho na busca do desenvolvimento da consciência, entendendo todas as deficiências e reconhecendo-as como pertubação, que afetam a vida fisiológica, moral, psíquica e intelectual, automáticamente enxergaremos os desvios nossos e consequentemente de nossos líderes como de nossos líderados.
Qualquer atitude que diverge do nosso padrão moral ou intelectual, rápidamente abala nosso ponto de equilíbrio, mas será que todos nós conseguimos fazer uma introspectiva e reconhecer nossas prórpias deficiências. Garanto que o conhecimento profundo delas é a chave do tesouro, pois você não quer se enganar e se quer evoluir comece pelo conhecimento de ti mesmo.
Após entendermos que temos deficiências, começamos com a vontade de transformá-la em Eficiência, porém sabemos que não é fácil, devemos iniciar com a mais uma de cada vez e mentalizá-la diariamente como um tratamento antideficiência. Como exemplo segue uma breve relação de Deficiências e suas relativas Antideficiências:
- Presunção Modéstia
- Intolerância # Tolerância
- Indisciplina # Disciplina
- Indiferença # Interesse
- Irritabilidade # Temperança
- Verborragia # Concisão
- Rancor # Bondade
- Petulância # Cordura
- Etc.
O poder da observação de nossos próprios atos é o início do trabalho na busca do desenvolvimento da consciência, entendendo todas as deficiências e reconhecendo-as como pertubação, que afetam a vida fisiológica, moral, psíquica e intelectual, automáticamente enxergaremos os desvios nossos e consequentemente de nossos líderes como de nossos líderados.
Qualquer atitude que diverge do nosso padrão moral ou intelectual, rápidamente abala nosso ponto de equilíbrio, mas será que todos nós conseguimos fazer uma introspectiva e reconhecer nossas prórpias deficiências. Garanto que o conhecimento profundo delas é a chave do tesouro, pois você não quer se enganar e se quer evoluir comece pelo conhecimento de ti mesmo.
Após entendermos que temos deficiências, começamos com a vontade de transformá-la em Eficiência, porém sabemos que não é fácil, devemos iniciar com a mais uma de cada vez e mentalizá-la diariamente como um tratamento antideficiência. Como exemplo segue uma breve relação de Deficiências e suas relativas Antideficiências:
- Presunção Modéstia
- Intolerância # Tolerância
- Indisciplina # Disciplina
- Indiferença # Interesse
- Irritabilidade # Temperança
- Verborragia # Concisão
- Rancor # Bondade
- Petulância # Cordura
- Etc.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
A pinta da motivação
Foi no meu primeiro emprego que aprendi o que é motivação.
Nosso departamento era meio devagar e ninguém demonstrava muita vontade de trabalhar, apesar de nosso supervisor viver berrando ordens lá da mesa dele. Trabalhávamos em um desses ambientes abertos, um grande salão em que todo mundo enxergava todo mundo. Nossa seção era formada quase que inteiramente por homens, mas, um dia, foi contratada uma funcionária. A Gláucia. Alguém descobriu que ela tinha um fantástico apelido de infância: Glaucinha da Pinta.
É claro que a primeira coisa que todo mundo tentou fazer foi descobrir onde ficava a pinta da Gláucia. Mas logo percebemos que a pinta não estava em nenhum lugar visível, o que aumentou a curiosidade geral. Alguns colegas mais atrevidos foram perguntar a Gláucia onde ficava a pinta, mas ela ria e se recusava a responder, o que fez o nível de testosterona do departamento entrar em ebulição.
Um belo dia, nosso supervisor reuniu os homens e fez uma proposta. Se conseguíssemos atingir os objetivos do mês seguinte, a Gláucia concordava em nos revelar onde ficava a pinta. É claro que nunca trabalhamos tanto como naquele mês e batemos a meta em 200%. O supervisor cumpriu o que prometera.
Com todos os homens ansiosamente reunidos desde as sete da manhã, e a expectativa a mil, a Gláucia chegou toda sorridente, abriu a bolsa e tirou sua carteira de identidade. O nome inteiro dela era Gláucia Maria Dapinta Rodrigues. Ficamos com aquela cara de tacho e, pior, sem desculpas para maus resultados nos meses seguintes.
Mas aprendi com meu supervisor que motivação nada mais é que trocar um grande esforço por uma pequena recompensa. Se a pinta é falsa ou real, não tem a menor importância. O bom motivador é o que consegue manter sua equipe convencida de que a pinta existe.
(Max Gehringer)
Nosso departamento era meio devagar e ninguém demonstrava muita vontade de trabalhar, apesar de nosso supervisor viver berrando ordens lá da mesa dele. Trabalhávamos em um desses ambientes abertos, um grande salão em que todo mundo enxergava todo mundo. Nossa seção era formada quase que inteiramente por homens, mas, um dia, foi contratada uma funcionária. A Gláucia. Alguém descobriu que ela tinha um fantástico apelido de infância: Glaucinha da Pinta.
É claro que a primeira coisa que todo mundo tentou fazer foi descobrir onde ficava a pinta da Gláucia. Mas logo percebemos que a pinta não estava em nenhum lugar visível, o que aumentou a curiosidade geral. Alguns colegas mais atrevidos foram perguntar a Gláucia onde ficava a pinta, mas ela ria e se recusava a responder, o que fez o nível de testosterona do departamento entrar em ebulição.
Um belo dia, nosso supervisor reuniu os homens e fez uma proposta. Se conseguíssemos atingir os objetivos do mês seguinte, a Gláucia concordava em nos revelar onde ficava a pinta. É claro que nunca trabalhamos tanto como naquele mês e batemos a meta em 200%. O supervisor cumpriu o que prometera.
Com todos os homens ansiosamente reunidos desde as sete da manhã, e a expectativa a mil, a Gláucia chegou toda sorridente, abriu a bolsa e tirou sua carteira de identidade. O nome inteiro dela era Gláucia Maria Dapinta Rodrigues. Ficamos com aquela cara de tacho e, pior, sem desculpas para maus resultados nos meses seguintes.
Mas aprendi com meu supervisor que motivação nada mais é que trocar um grande esforço por uma pequena recompensa. Se a pinta é falsa ou real, não tem a menor importância. O bom motivador é o que consegue manter sua equipe convencida de que a pinta existe.
(Max Gehringer)
sábado, 3 de dezembro de 2011
A observação é o aprendizado
O discípulo se preparava para liderar seu povo. Procurou o mestre no alto da montanha para pedir o aval e orientações finais. O mestre perguntou:
- Qual a importância deste rio?
O discípulo olhou para o rio, a floresta ao redor, a vila onde se instalava seu povo e respondeu-lhe:
- Esse rio é a fonte do sustento de nossa vila. Ele nos fornece a água que bebemos, a colheita da plantação, o transporte das mercadorias e muito mais. Sem ele não estaríamos aqui e nosso futuro depende do futuro dele.
O mestre colocou a mão na cabeça do discípulo e pediu-lhe que continuasse a observar. Os meses se passaram e o mestre perguntou ao discípulo:
- Observe este rio; qual a importância dele?
- Mestre, esse rio é fonte de inspiração para nosso povo. Veja sua nascente: ela é pequena e modesta, mas com o curso do rio se torna forte e poderosa. Esse rio nasce e tem um objetivo: chegar ao oceano. Mas sabe que, para chegar lá, terá de passar por muitos lugares e por muitas mudanças. Terá de receber afluentes, contornar obstáculos. Como o rio, temos que aprender a fluir. O formato do rio é definido pelas suas margens, assim como nossa vida é influenciada pelas pessoas com as quais convivemos. O rio sem suas margens não é nada. Sem nossos amigos e familiares, também não somos nada. O rio flui de acordo com o terreno; nós também temos de aprender a desviar nossas rotas. O rio nos ensina que uma curva pode significar a solução de problemas, e isso não o desmerece. Logo depois da curva, podemos achar um vale que desconhecíamos. O rio tem suas cachoeiras, suas turbulências, mas continua em frente, porque tem um objetivo. O rio nos ensina que uma mudança imprevista pode ser uma oportunidade de crescer. Veja no fim do vale: o rio recebe de braços abertos um novo afluente e, assim , torna-se mais forte. Nós temos de mudar e nos adaptar, mas nossos sonhos e objetivos estarão sempre presentes ao longo do caminho. Observo também que o rio não pergunta o que ele pode usufruir da árvore, e sim como pode ajudar a árvore. É como se o "eu" se realizasse pelo "nós". Ajudando a árvore, os pássaros e animais, o rio, indiretamente, ajuda a si próprio.
O mestre colocou a mão na cabeça do discípulo e pediu-lhe que continuasse a observar. Os meses se passaram . Novamente o mestre perguntou:
- Observe este rio. Qual a importância dele?
- Mestre, vejo o rio em outra dimensão. Vejo o ciclo das águas. Esta água que está indo já virou nuvem, chuva e infiltrou-se na terra por várias vezes.Vejo as enchentes e também quando o rio parece secar. O rio nos ajuda a não observar apenas a parte aparente desse fluxo, e isso é a mudança. A enchente e a seca do rio fazem parte de um processo maior. Para entendê-los, temos de enxergar todo o ciclo. Entendendo o ciclo, a mudança deixa de ser inesperada e passa ser esperada. Sempre que nós chamamos algo de mudança é porque não estamos percebendo o ciclo maior. O rio nos mostra que, se aprendermos a perceber os ciclos, o que chamamos de mudança será apenas a continuidade do ciclo. Será que um dia serei capaz de entender o fluxo da vida?
O mestre colocou a mão novamente na cabeça do discípulo, sem responder-lhe a pergunta e pediu-lhe que continuasse a observar. Os meses se passaram e o mestre perguntou:
- Observe este rio. Qual a importância dele?
- Mestre, este rio me mostrou que cada vez que eu observo, aprendo algo diferente. Não aprendo quando as pessoas me dizem algo; aprendo quando as coisas fazem sentido para mim. A observação é o aprendizado, quando sabemos contemplar.
- Vá e siga o seu caminho, pois você agora sabe como é difícil aprender a aprender.
- Qual a importância deste rio?
O discípulo olhou para o rio, a floresta ao redor, a vila onde se instalava seu povo e respondeu-lhe:
- Esse rio é a fonte do sustento de nossa vila. Ele nos fornece a água que bebemos, a colheita da plantação, o transporte das mercadorias e muito mais. Sem ele não estaríamos aqui e nosso futuro depende do futuro dele.
O mestre colocou a mão na cabeça do discípulo e pediu-lhe que continuasse a observar. Os meses se passaram e o mestre perguntou ao discípulo:
- Observe este rio; qual a importância dele?
- Mestre, esse rio é fonte de inspiração para nosso povo. Veja sua nascente: ela é pequena e modesta, mas com o curso do rio se torna forte e poderosa. Esse rio nasce e tem um objetivo: chegar ao oceano. Mas sabe que, para chegar lá, terá de passar por muitos lugares e por muitas mudanças. Terá de receber afluentes, contornar obstáculos. Como o rio, temos que aprender a fluir. O formato do rio é definido pelas suas margens, assim como nossa vida é influenciada pelas pessoas com as quais convivemos. O rio sem suas margens não é nada. Sem nossos amigos e familiares, também não somos nada. O rio flui de acordo com o terreno; nós também temos de aprender a desviar nossas rotas. O rio nos ensina que uma curva pode significar a solução de problemas, e isso não o desmerece. Logo depois da curva, podemos achar um vale que desconhecíamos. O rio tem suas cachoeiras, suas turbulências, mas continua em frente, porque tem um objetivo. O rio nos ensina que uma mudança imprevista pode ser uma oportunidade de crescer. Veja no fim do vale: o rio recebe de braços abertos um novo afluente e, assim , torna-se mais forte. Nós temos de mudar e nos adaptar, mas nossos sonhos e objetivos estarão sempre presentes ao longo do caminho. Observo também que o rio não pergunta o que ele pode usufruir da árvore, e sim como pode ajudar a árvore. É como se o "eu" se realizasse pelo "nós". Ajudando a árvore, os pássaros e animais, o rio, indiretamente, ajuda a si próprio.
O mestre colocou a mão na cabeça do discípulo e pediu-lhe que continuasse a observar. Os meses se passaram . Novamente o mestre perguntou:
- Observe este rio. Qual a importância dele?
- Mestre, vejo o rio em outra dimensão. Vejo o ciclo das águas. Esta água que está indo já virou nuvem, chuva e infiltrou-se na terra por várias vezes.Vejo as enchentes e também quando o rio parece secar. O rio nos ajuda a não observar apenas a parte aparente desse fluxo, e isso é a mudança. A enchente e a seca do rio fazem parte de um processo maior. Para entendê-los, temos de enxergar todo o ciclo. Entendendo o ciclo, a mudança deixa de ser inesperada e passa ser esperada. Sempre que nós chamamos algo de mudança é porque não estamos percebendo o ciclo maior. O rio nos mostra que, se aprendermos a perceber os ciclos, o que chamamos de mudança será apenas a continuidade do ciclo. Será que um dia serei capaz de entender o fluxo da vida?
O mestre colocou a mão novamente na cabeça do discípulo, sem responder-lhe a pergunta e pediu-lhe que continuasse a observar. Os meses se passaram e o mestre perguntou:
- Observe este rio. Qual a importância dele?
- Mestre, este rio me mostrou que cada vez que eu observo, aprendo algo diferente. Não aprendo quando as pessoas me dizem algo; aprendo quando as coisas fazem sentido para mim. A observação é o aprendizado, quando sabemos contemplar.
- Vá e siga o seu caminho, pois você agora sabe como é difícil aprender a aprender.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
A liderança na sua essência
O que é necessário para se tornar um líder? liderança é a capacidade de influenciar um grupo. Um líder tem ambição, energia, comprometimento, autoconfiança e conhecimento. Coisas que todo mundo tem, mas não utilizamos no seu total potencial. A parte mais difícil é saber passar da teoria à prática.
Quando a maioria das pessoas ficam pensando o que precisam aprender para ser um líder, outros poucos simplesmente lideram. Na prática, o líder é o que aproveita a oportunidade de se comunicar com todos ao redor, transmitir força e apoio, assumem riscos e chamam a responsabilidade para si, são verdadeiros homens de ferro, imbatíveis, verdadeiros escudos humanos aos olhos dos seus liderados.
Para ser líder você precisa se superar, liderança não é uma posição e sim uma escolha.
Quando a maioria das pessoas ficam pensando o que precisam aprender para ser um líder, outros poucos simplesmente lideram. Na prática, o líder é o que aproveita a oportunidade de se comunicar com todos ao redor, transmitir força e apoio, assumem riscos e chamam a responsabilidade para si, são verdadeiros homens de ferro, imbatíveis, verdadeiros escudos humanos aos olhos dos seus liderados.
Para ser líder você precisa se superar, liderança não é uma posição e sim uma escolha.
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