"Prefiro contratar um homem entusiasmado a um homem que sabe tudo."
(John Rockefeller)
Troca de práticas e exercícios para aplicarmos no dia-a-dia, com intuíto de aumentarmos a performance das equipes, famílias, práticas esportivas, etc.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
sábado, 12 de dezembro de 2015
Minutos de Reflexão
"Antes de começar a criticar os defeitos dos outros, enumera ao menos dez dos teus."
(Abraham Lincoln)
(Abraham Lincoln)
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Um porco diferenciado
Era uma vez um porco que pensava… ele via seus amigos se divertindo,
saboreando a lavagem gostosa, bebendo da água fresca e adoravam brincar na lama, pulando e rolando. Os porcos não pensavam. Mas ele, não se sabe por
que, começou a pensar. E como adquiriu o pensamento, ficou curioso. E foi ver o
que acontecia com os porcos depois que eles eram tirados dos currais e
entravam nos caminhões. Descobriu que os porcos alegres e felizes eram transportados e posteriormente
encaminhados para um extenso corredor que afunilava numa estreita passagem … e
quando se aproximavam da porta do abatedouro, viu a angustia, o medo e o
desespero, inútil de toda a porcada…. isso levava poucos minutos…
pois até aquele momento, a porcada vivia uma felicidade total.
Voltou para o curral e procurou conscientizar seus amigos. Mas, tudo fora em vão. Os outros porcos, felizes e gordos, não davam atenção
nenhuma ao porco que pensava… e o expulsaram dali. Ele embrenhou-se na mata,
fez amizade com os bichos selvagens e olhava de longe aquela porcada feliz. Um
dia, os caminhões vieram e foram todos colocados no transporte. O porco que
pensava já sabia do destino de todos eles. Correu para o esconderijo de onde
podia ver os últimos minutos da vida dos seus amigos. Muitos ainda riam, gordos,
felizes… mas, a cada passo, com o cheiro do sangue no ar, já há alguns metros
do portal de entrada do abate do matadouro, a adrenalina subia e os porcos se debatiam de
terror. Ao olharem ao longe, viram o porco que pensava observando-os… e gritaram,
na linguagem suína… traidor, por que você não nos avisou. Eu avisei disse o
porco que pensava, mas não há nada que um porco possa fazer que mude o destino
de uma porcada…
Apenas um homem pode mudar o destino de toda a humanidade. Temos vários exemplos na história de homens maus: Nero, Hitler, Bin Laden, etc., e também exemplos de homens bons: Gandhi, Martin Luther King, Nelson Mandela, etc. Mas, mesmo que você mude apenas seu próprio destino para melhor, será o bastante para sua evolução e consequentemente ajudará os que estão ao seu redor.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Minutos de Reflexão
Embora o mundo esteja cheio de sofrimento, também está cheio de superações.
(Helen Keller)
(Helen Keller)
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Minutos de Reflexão
Quando perguntaram a Sir Henry Morton Stanley se tivera medo da selva que apavorava exploradores em tempos passados, ele respondeu: "Eu não via a selva inteira. Via apenas um rochedo na minha frente; via uma cobra venenosa que tinha de matar para dar o próximo passo. Via apenas o problema que estava na minha frente. Se visse a selva toda, ficaria assustado demais para tentar."
(John Mack Carter e Joan Ferry)
(John Mack Carter e Joan Ferry)
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
A Mensagem das Árvores
Após anos escrevendo e ajudando os outros como pastor e médico de almas, Edgar N. Jackson agora aplicava essa sabedoria a ele mesmo. Sofrera um sério derrame que lhe deixara paralisado o lado direito do corpo e o incapacitara de falar. O prognóstico inicial tinha sido grave. Disseram a Estelle, sua esposa de 53 anos, que ele provavelmente não recuperaria a fala. Mas em poucas semanas ele readquirira e decidira-se a recuperar mais ainda suas faculdades.
Ele se levantou para receber-me. Era um homem de meia idade e aparência distinta, apoiava-se numa bengala e tinha um inequívoco brilho no olhar. Conduziu-me ao seu gabinete, onde as paredes estavam cobertas livros novos e velhos e havia uma escrivaninha com um processador de texto e uma quantidade incalculável de jornais e revistas.
Disse como ficava feliz em saber que seus livros me haviam ajudado. E ajudaram mesmo - eu disse -, mas ainda assim uma série de problemas estavam me causando um sofrimento que eu não sabia se era capaz de superar.
- Então, num certo sentido, você está de luto - ele afirmou.
Protestei dizendo que não tinha perdido ninguém próximo. Ele retrucou:
- Mesmo assim, o que você está atravessando está ligado a uma perda. O essencial é viver as perdas plenamente e encontrar alívio ao conviver com elas.
Depois acrescentou:
- As pessoas que não fazem assim acabam amarguradas e desiludidas. Não encontram alívio. Mas as que usam o sofrimento de forma criativa adquirem uma nova sensibilidade e uma fé mais rica. Por isso é que se ouve falar na importância de se expressar os sentimentos falando, chorando, exteriorizando as emoções. Faz parte do luto. Só então vem a cura. Vou lhe mostrar uma coisa - propôs, apontando para um pequeno bosque cujas árvores enfrentavam impávidas os ventos fortes que açoitavam os galhos desfolhados e derrubavam o pó da neve acumulado no dia anterior.
Saímos por uma porta lateral e caminhamos devagar pelo pasto. Notei que fios de arame farpado ligavam as grandes árvores.
- Há 60 anos o homem que plantou essas árvores ligou-as com arame farpado e as usava para cercar o pasto - disse Edgar. - Para as árvores novas, o arame farpado martelado na tenra casca foi uma verdadeira agressão. Algumas resistiram. Outras se adaptaram. Como você pode ver, o arame foi absorvido e incorporado à vida de algumas, mas não daquela ali - indicou uma velha árvore seriamente desfigurada pelo arame. - Porque aquela árvore se feriu combatendo o arame farpado e esta aqui o dominou em vez de se tornar sua vítima?
A árvore próxima não mostrava qualquer cicatriz. Via-se apenas o fio entrando de um lado e saindo do outro.
- Tenho pensado muito nesse bosque - ele disse quando voltávamos para casa. - Que forças internas possibilitaram superar um ferimento produzido pelo arame farpado? Como é que alguém pode transformar a dor num novo crescimento em vez de deixá-la tornar-se uma agressão que destrói a vida?
Edgar admitiu que não sabia explicar o que acontecera com as árvores.
- Mas com as pessoas - continuou - é muito mais claro. Há formas de enfrentar a adversidade e atravessar períodos de sofrimento. Primeiro, tentar manter uma atitude positiva. Depois, não guardar ressentimentos. E, talvez o mais importante, fazer o máximo de esforço para tratar-se com carinho. Isso é que é difícil. Passamos a maior parte do tempo com nós mesmos e tendemos a ser demasiadamente críticos. Assine um tratado de paz com você mesmo, é o que eu aconselho. Perdoe-se pelos erros estúpidos que cometeu.
Olhou pensativo para as árvores e seguiu em direção à casa.
- Se administrarmos o sofrimento com sabedoria, se vivermos profundamente nosso luto, o arame farpado não nos vence. Somos capazes de superar qualquer dor e viver em paz.
Estelle apareceu com um pedaço de bolo de maçã e uma xícara de café.
- Eu procuro desenvolver minha vida buscando novos conhecimentos, novas amizades, novas experiências - ele continuou, olhando o computador novo e meia dúzia de novos livros na escrivaninha. Continuava enfrentando uma paralisia do lado direito, mas não admitia a derrota
- Podemos usar nossas experiências dolorosas como desculpas para desistir. Ou então acreditar nas promessas de renascimento. - Voltou o olhar para o pasto coberto de neve do outro lado da estrada. - Você tem seus problemas. Eu tenho minhas lutas. Enfrentarei as minhas - propôs - se você enfrentar os seus.
- Obrigado, vou fazer isso - prometi, e apertamos as mãos. Tínhamos um acordo. Eu senti que adquirira uma nova compreensão e agora tinha a estratégia para lidar com minhas mágoas.
Quando descia o vale, tive uma ampla visão da fazenda do outro lado dos prados. O vento brincava com as vistosas copas das árvores que, embora ainda misteriosas, tanto tinham a nos dizer.
(Edward Ziegler)
Ele se levantou para receber-me. Era um homem de meia idade e aparência distinta, apoiava-se numa bengala e tinha um inequívoco brilho no olhar. Conduziu-me ao seu gabinete, onde as paredes estavam cobertas livros novos e velhos e havia uma escrivaninha com um processador de texto e uma quantidade incalculável de jornais e revistas.
Disse como ficava feliz em saber que seus livros me haviam ajudado. E ajudaram mesmo - eu disse -, mas ainda assim uma série de problemas estavam me causando um sofrimento que eu não sabia se era capaz de superar.
- Então, num certo sentido, você está de luto - ele afirmou.
Protestei dizendo que não tinha perdido ninguém próximo. Ele retrucou:
- Mesmo assim, o que você está atravessando está ligado a uma perda. O essencial é viver as perdas plenamente e encontrar alívio ao conviver com elas.
Depois acrescentou:
- As pessoas que não fazem assim acabam amarguradas e desiludidas. Não encontram alívio. Mas as que usam o sofrimento de forma criativa adquirem uma nova sensibilidade e uma fé mais rica. Por isso é que se ouve falar na importância de se expressar os sentimentos falando, chorando, exteriorizando as emoções. Faz parte do luto. Só então vem a cura. Vou lhe mostrar uma coisa - propôs, apontando para um pequeno bosque cujas árvores enfrentavam impávidas os ventos fortes que açoitavam os galhos desfolhados e derrubavam o pó da neve acumulado no dia anterior.
Saímos por uma porta lateral e caminhamos devagar pelo pasto. Notei que fios de arame farpado ligavam as grandes árvores.
- Há 60 anos o homem que plantou essas árvores ligou-as com arame farpado e as usava para cercar o pasto - disse Edgar. - Para as árvores novas, o arame farpado martelado na tenra casca foi uma verdadeira agressão. Algumas resistiram. Outras se adaptaram. Como você pode ver, o arame foi absorvido e incorporado à vida de algumas, mas não daquela ali - indicou uma velha árvore seriamente desfigurada pelo arame. - Porque aquela árvore se feriu combatendo o arame farpado e esta aqui o dominou em vez de se tornar sua vítima?
A árvore próxima não mostrava qualquer cicatriz. Via-se apenas o fio entrando de um lado e saindo do outro.
- Tenho pensado muito nesse bosque - ele disse quando voltávamos para casa. - Que forças internas possibilitaram superar um ferimento produzido pelo arame farpado? Como é que alguém pode transformar a dor num novo crescimento em vez de deixá-la tornar-se uma agressão que destrói a vida?
Edgar admitiu que não sabia explicar o que acontecera com as árvores.
- Mas com as pessoas - continuou - é muito mais claro. Há formas de enfrentar a adversidade e atravessar períodos de sofrimento. Primeiro, tentar manter uma atitude positiva. Depois, não guardar ressentimentos. E, talvez o mais importante, fazer o máximo de esforço para tratar-se com carinho. Isso é que é difícil. Passamos a maior parte do tempo com nós mesmos e tendemos a ser demasiadamente críticos. Assine um tratado de paz com você mesmo, é o que eu aconselho. Perdoe-se pelos erros estúpidos que cometeu.
Olhou pensativo para as árvores e seguiu em direção à casa.
- Se administrarmos o sofrimento com sabedoria, se vivermos profundamente nosso luto, o arame farpado não nos vence. Somos capazes de superar qualquer dor e viver em paz.
Estelle apareceu com um pedaço de bolo de maçã e uma xícara de café.
- Eu procuro desenvolver minha vida buscando novos conhecimentos, novas amizades, novas experiências - ele continuou, olhando o computador novo e meia dúzia de novos livros na escrivaninha. Continuava enfrentando uma paralisia do lado direito, mas não admitia a derrota
- Podemos usar nossas experiências dolorosas como desculpas para desistir. Ou então acreditar nas promessas de renascimento. - Voltou o olhar para o pasto coberto de neve do outro lado da estrada. - Você tem seus problemas. Eu tenho minhas lutas. Enfrentarei as minhas - propôs - se você enfrentar os seus.
- Obrigado, vou fazer isso - prometi, e apertamos as mãos. Tínhamos um acordo. Eu senti que adquirira uma nova compreensão e agora tinha a estratégia para lidar com minhas mágoas.
Quando descia o vale, tive uma ampla visão da fazenda do outro lado dos prados. O vento brincava com as vistosas copas das árvores que, embora ainda misteriosas, tanto tinham a nos dizer.
(Edward Ziegler)
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Comentário sobre Gratidão
Uma vez conheci uma jovem estagiária que recebeu a incumbência de ensinar uma turma de alunos durante uma semana. Entusiasticamente ela planejou diversas atividades. Mas a semana foi um completo desastre. Choveu durante quatro dos cinco dias, e os alunos eram desordeiros e indiferentes.
No final da semana, quando as crianças estavam se preparando para deixar a escola, a jovem veio me procurar chorando.
- Agora eu tenho certeza - ela disse. - Não poderei nunca trabalhar com crianças. Simplesmente não fui feita para isso.
Que lástima! Mas eu sabia que não conseguiria mudar sua opinião.
Então, enquanto as crianças subiam no ônibus, uma menina deixou-se ficar para trás e, aproximando-se da estagiária, disse:
- Eu quero agradecer por esta semana e pelas coisas que você nos ensinou. Sabe, eu nunca tinha prestado atenção ao som do vento nas árvores. É lindo, e eu não vou esquecer. Aqui está uma poesia que escrevi para você.
Após ler as poucas linhas escritas a lápis, a estagiária levantou a cabeça com lágrimas de emoção e felicidade nos olhos. Murmurei uma oração de agradecimento a essa criança. Eu sabia que por causa de seu gesto inúmeras outras crianças iriam usufruir o afeto e a orientação de uma excelente professora.
(Jane Lindstrom)
No final da semana, quando as crianças estavam se preparando para deixar a escola, a jovem veio me procurar chorando.
- Agora eu tenho certeza - ela disse. - Não poderei nunca trabalhar com crianças. Simplesmente não fui feita para isso.
Que lástima! Mas eu sabia que não conseguiria mudar sua opinião.
Então, enquanto as crianças subiam no ônibus, uma menina deixou-se ficar para trás e, aproximando-se da estagiária, disse:
- Eu quero agradecer por esta semana e pelas coisas que você nos ensinou. Sabe, eu nunca tinha prestado atenção ao som do vento nas árvores. É lindo, e eu não vou esquecer. Aqui está uma poesia que escrevi para você.
Após ler as poucas linhas escritas a lápis, a estagiária levantou a cabeça com lágrimas de emoção e felicidade nos olhos. Murmurei uma oração de agradecimento a essa criança. Eu sabia que por causa de seu gesto inúmeras outras crianças iriam usufruir o afeto e a orientação de uma excelente professora.
(Jane Lindstrom)
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Minutos de Reflexão
"Os grandes acontecimentos projetam diante de si sua sombra antes que sua presença abale o universo".
(Shakespeare)
(Shakespeare)
sábado, 26 de setembro de 2015
Alegoria da Caverna
Prisioneiros desde o nascimento são acorrentados no interior de uma caverna de modo que olhem somente para uma parede iluminada por uma fogueira. Essa, ilumina um palco onde estátuas dos seres como homem, planta, animais etc. são manipuladas, como que representando o cotidiano desses seres. No entanto, as sombras das estátuas são projetadas na parede, sendo a única imagem que aqueles prisioneiros conseguem enxergar. Com o correr do tempo, os homens dão nomes a essas sombras (tal como nós damos às coisas) e também à regularidade de aparições destas. Os prisioneiros fazem, inclusive, torneios para se gabarem, se vangloriarem a quem acertar as corretas denominações e regularidades.
Imaginemos agora que um destes prisioneiros é forçado a sair das amarras e vasculhar o interior da caverna. Ele veria que o que permitia a visão era a fogueira e que na verdade, os seres reais eram as estátuas e não as sombras. Perceberia que passou a vida inteira julgando apenas sombras e ilusões, desconhecendo a verdade, isto é, estando afastado da verdadeira realidade. Mas imaginemos ainda que esse mesmo prisioneiro fosse arrastado para fora da caverna. Ao sair, a luz do sol ofuscaria sua visão imediatamente e só depois de muito habituar-se com a nova realidade, poderia voltar a enxergar as maravilhas dos seres fora da caverna. Não demoraria a perceber que aqueles seres tinham mais qualidades do que as sombras e as estátuas, sendo, portanto, mais reais. Significa dizer que ele poderia contemplar a verdadeira realidade, os seres como são em si mesmos. Não teria dificuldades em perceber que o Sol é a fonte da luz que o faz ver o real, bem como é desta fonte que provém toda existência.
Maravilhado com esse novo mundo e com o conhecimento que então passara a ter da realidade, esse ex-prisioneiro lembrar-se-ia de seus antigos amigos no interior da caverna e da vida que lá levavam. Imediatamente, sentiria pena deles, da escuridão em que estavam envoltos e desceria à caverna para lhes contar o novo mundo que descobriu. No entanto, como os ainda prisioneiros não conseguem vislumbrar senão a realidade que presenciam, vão debochar do seu colega liberto, dizendo-lhe que está louco e que se não parasse com suas maluquices acabariam por matá-lo.
Este modo de contar as coisas tem o seu significado: Os seres humanos tem uma visão
distorcida da realidade. Na alegoria, os prisioneiros somos nós que enxergamos e
acreditamos apenas em imagens criadas pela cultura e informações que recebemos
durante toda a vida. A caverna simboliza o mundo, pois nos apresenta imagens que não
representam a realidade. Só é possível conhecer a realidade, quando nos libertamos
destas influências culturais e sociais, ou seja, quando saímos da caverna e começamos a
descobrir a verdade, temos dificuldade para entender e separar o real da ficção, por isso,
precisamos nos esforçar, questionar , estudar e aprender.
Para Platão é o mundo inteligível por possuir ideias que guardam consigo uma identidade indestrutível, garantindo o conhecimento dos seres sensíveis. O inteligível é o reino das matemáticas que são o modo como apreendemos o mundo e construímos o saber humano. A descida à caverna é a obrigação moral que o homem esclarecido tem de ajudar os seus semelhantes a saírem do mundo da ignorância para construírem um mundo mais justo. O Sol representa a Ideia suprema de Bem, ente supremo que governa o inteligível, permite ao homem o conhecer e de onde deriva toda a realidade.
(Platão)
sábado, 12 de setembro de 2015
Nosso traço psicológico
Se as pessoas não saem dos seus próprios abismos, não podem ser resgatadas dos abismos da Natureza. Aquele que diga: "Eu vou me colocar esperando para ver se me tiram" ......
Vamos eliminar problemas, não remediar problemas, porque para solucionar um problema basta que a pessoa tenha uma discussão com uma outra e em um minuto lhe diz: "Olha te perdoo, fique tranquilo"; e ao dar as costas, pensa: - "Esse idiota, deixe que ele volte". Desta forma o problema foi mascarado, mas temos que eliminá-los, do contrário não saímos deste ciclo , não estamos nos tornando melhores, apenas nos controlando momentaneamente.
Existem várias técnicas para eliminação de nossos egos, mas infelizmente na maioria das vezes não obtemos sucesso, visto que nossos egos dominam nossos pensamentos e forças estranhas são muito poderosas. O modo mais fácil de nos conhecermos para dominar nossa mente é aprendermos a ciência do relaxamento. Não podemos nos deixar se levar por nossos egos, devemos estudá-los, julgá-los e eliminá-los. Não adianta criar fórmulas ou chaves, o que necessitamos é trabalho sério, não há nada mais que possamos fazer.
Você tem ideia de como uma reforma interior pode mudar seu futuro?
Vamos eliminar problemas, não remediar problemas, porque para solucionar um problema basta que a pessoa tenha uma discussão com uma outra e em um minuto lhe diz: "Olha te perdoo, fique tranquilo"; e ao dar as costas, pensa: - "Esse idiota, deixe que ele volte". Desta forma o problema foi mascarado, mas temos que eliminá-los, do contrário não saímos deste ciclo , não estamos nos tornando melhores, apenas nos controlando momentaneamente.
Existem várias técnicas para eliminação de nossos egos, mas infelizmente na maioria das vezes não obtemos sucesso, visto que nossos egos dominam nossos pensamentos e forças estranhas são muito poderosas. O modo mais fácil de nos conhecermos para dominar nossa mente é aprendermos a ciência do relaxamento. Não podemos nos deixar se levar por nossos egos, devemos estudá-los, julgá-los e eliminá-los. Não adianta criar fórmulas ou chaves, o que necessitamos é trabalho sério, não há nada mais que possamos fazer.
Você tem ideia de como uma reforma interior pode mudar seu futuro?
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Sorte ou Azar?
Era uma vez um menino pobre que morava na China e estava sentado na calçada do lado de fora da sua casa. O que ele mais desejava era ter um cavalo, mas não tinha dinheiro. Justamente nesta dia passou em sua rua uma cavalaria, que levava um potrinho incapaz de acompanhar o grupo. O dono da cavalaria, sabendo do desejo do menino, perguntou se ele queria o cavalinho. Exultante o menino aceitou. Um vizinho, tomando conhecimento do ocorrido, disse ao pai do garoto: "Seu filho é de sorte!" "Por quê?", perguntou o pai. "Ora", disse ele, "seu filho queria um cavalo, passa uma cavalaria e ele ganha um potrinho. Não é uma sorte?" "Pode ser sorte ou pode ser azar!", comentou o pai.
O menino cuidou do cavalo com todo zelo, mas um dia, já crescido, o animal fugiu. Desta vez, o vizinho diz: "Seu filho é azarento, hein? Ele ganha um potrinho, cuida dele até a fase adulta, e o potro foge!" "Pode ser sorte ou pode ser azar!", repetiu o pai.
O tempo passa e um dia o cavalo volta com uma manada selvagem. O menino, agora um rapaz, consegue cercá-los e fica com todos eles. Observa o vizinho: "Seu filho é de sorte! Ganha um potrinho, cria, ele foge e volta com um bando de cavalos selvagens." "Pode ser sorte ou pode ser azar!", responde novamente o pai. Mais tarde, o rapaz estava treinando um dos cavalos, quando cai e quebra a perna. Vem o vizinho: "Seu filho é de azar! o cavalo foge, volta com uma manada selvagem, o garoto vai treinar um deles e quebra a perna." "Pode ser sorte ou pode ser azar!", insiste o pai.
Dias depois, o reino onde moravam declara guerra ao reino vizinho. Todos os jovens são convocados, menos o rapaz que estava com a perna quebrada. O vizinho: "Seu filho é de sorte..."
Assim é na vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois. O que parece azar num momento, pode ser sorte no futuro.
(Dr. Lair Ribeiro)
Você acredita que qualquer semelhança da sua vida com este texto é mera coincidência? Pense à respeito!
Você acredita que qualquer semelhança da sua vida com este texto é mera coincidência? Pense à respeito!
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Minutos de Reflexão
"Não se esquece de nada mais devagar do que uma
ofensa, e nada mais rápido do que um favor"
(Martin Luther King Jr)
(Martin Luther King Jr)
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Minutos de Reflexão
"O que é o inimigo? Eu mesmo. Minha ignorância, meu apego, meus ódios. Aí está realmente o inimigo."
(14º Dalai Lama - Tenzin Gyatso)
(14º Dalai Lama - Tenzin Gyatso)
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Minutos de Reflexão
"Ninguém pode fazê-lo inferior sem a
sua permissão". A escolha é sua: crescer e crescer. Lembre-se, não
administre seu tempo, administre a sua vida.
(Eleanor Roosevelt)
(Eleanor Roosevelt)
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Minutos de Reflexão
"Eu sempre lembro o
conceito básico: um Líder é como um pastor de ovelhas; ele fica atrás do
rebanho, deixando o mais esperto sair na frente, sendo seguido pelos outros,
sem perceber que desde o início eles estão sendo dirigidos por trás".
(Nelson Mandela)
(Nelson Mandela)
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
O Cavalo e o porco
Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça para completar a coleção.
Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.
Assim, ele infernizou seu vizinho até conseguir comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:
Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa.
No dia seguinte deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!!!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora.
O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer!
- Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa! Um, dois, três.
No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:
-Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar!
Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai...Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Você venceu, Campeão!!!
Então de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... "Vamos matar o porco!!!"
Isso acontece com frequência no ambiente de trabalho.
Muitas vezes não se percebe qual o funcionário tem o mérito pelo sucesso.
"Saber viver e ser reconhecido é uma arte."
Se algum dia alguém lhe disser que seu
trabalho não é o de um profissional, lembre-se:
"Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o
Titanic."segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Minutos de Reflexão
Quanto mais esperto o homem se julga, mais precisa de proteção Divina para defender-se de si mesmo.
(Provérbio Seneca)
(Provérbio Seneca)
Assinar:
Comentários (Atom)