"Não importa o que te fizeram, importa o que você faz com o que ti fizeram"
(Jean Paul Sarter)
Troca de práticas e exercícios para aplicarmos no dia-a-dia, com intuíto de aumentarmos a performance das equipes, famílias, práticas esportivas, etc.
sábado, 30 de novembro de 2013
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Estruturas dissipatívas e o ambiente organizacional
Prigogine,
estudando sistemas químicos não lineares, verificou que, sob condições
instáveis,
tais sistemas tornam‐se
capazes de subverter o segundo princípio da
termodinâmica
(que afirma que os sistemas térmicos tendem necessariamente a
dissipar
energia, rumo ao estado de equilíbrio – o princípio da entropia sempre
crescente). A
partir de um certo limiar de distanciamento do equilíbrio, esses
sistemas
tornam‐se
capazes de importar energia e exportar entropia, sendo por isso
denominados
“dissipativos”. Sob tais condições, o sistema torna‐se suscetível

a “flutuações”. Após algum tempo, o sistema tende a estabilizar-se,
mas apresenta novos modos de organização.
O sistema evoluiu!

a “flutuações”. Após algum tempo, o sistema tende a estabilizar-se,
mas apresenta novos modos de organização.
O sistema evoluiu!
(Ilya
Prigogine– químico russo naturalizado belga)
“A percepção de que alguém lá em cima está no controle é baseada
numa ilusão – a ilusão de que alguém possa dominar a dinâmica e a
detalhada complexidade de uma organização a partir do topo da
hierarquia”.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Minutos de Reflexão
"Não há domínio ao mesmo tempo maior e mais humilde que o que exercemos sobre nós mesmos."
(Leonardo da Vinci)
(Leonardo da Vinci)
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Minutos de Reflexão
“Uma vez um avarento vivia em uma casa com vazamento. A água da chuva derramava através do telhado em sua casa e ele, infeliz, esperava a noite toda a chuva acabar. Os vizinhos, vendo sua situação, sugeriram que ele reparasse o telhado. O avarento comentou: "Deixe as chuvas diminuírem, como posso reparar isso agora?" E quando a chuva parou, ele respondeu: "Por que devo me preocupar com o vazamento, agora que as chuvas pararam?" Não tome essa atitude. Em vez de escolher sofrer quando as chuvas vierem, como elas certamente virão, não seria sábio consertar o telhado agora?"
(Sathya Sai Baba)
Este exemplo transmite a importância que você deve dar hoje para sua vida espiritual, ao invés de só se importar com o materialismo, sem adiar isso por um momento sequer. Comece agora as primeiras lições de silêncio, oração e repetição do nome do Senhor. Nunca é cedo demais para começar sua jornada espiritual.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
A vitória sobre o estresse
A forma de agir diante de uma crise é diferente daquela que o mineiro, nunca antes visto o mar, disposto a vencer de frente, a pancada das ondas e provavelmente sairá com dores musculares e possíveis hematomas. Já o exímio frequentador da praia, jamais cometeria tal imprudência, fazendo corpo mole, apenas se abaixando ou furando a onda, saindo ileso.
Não tente enfrentar as ondas do sofrimento com peito aberto e pés atrás, deixe passar a onda, e se tiver habilidade, aproveite inclusive a força que o destruiria e faça como alguns banhistas, conserve-se na crista da onda e vá até a praia, pegando jacaré. Não resista, faça como os ramos que se vergam com o peso da neve, deixando-a cair.
Reação frustada e resistência destruída só servem para aumentar o gosto da derrota, não tenha pressa, nada de ansiedade, ao contrário, paciência e persistência.
Não tente enfrentar as ondas do sofrimento com peito aberto e pés atrás, deixe passar a onda, e se tiver habilidade, aproveite inclusive a força que o destruiria e faça como alguns banhistas, conserve-se na crista da onda e vá até a praia, pegando jacaré. Não resista, faça como os ramos que se vergam com o peso da neve, deixando-a cair.
Reação frustada e resistência destruída só servem para aumentar o gosto da derrota, não tenha pressa, nada de ansiedade, ao contrário, paciência e persistência.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
III - Parábolas como conselhos semiocultos
No inverno dos países frios, em cada árvore coberta de neve, há uma lição de sabedoria, para quem tenha olhos de ver.
Quando desce a nevada, os galhos mais lenhosos, mais fortes, chegam a quebrar sob a carga branca de neve que neles se acumula.
Os mais frágeis e flexíveis se defendem, vergando sabiamente, quando há um mínimo excesso de peso.
Depois que a neve os deixa, se reerguem e, assim, nunca arrebentam.
Exemplos de atitudes sábias comum em todos que sabem enfrentar lutas, ameaças, adversidades e mesmo desgraças tidas por invencíveis e inevitáveis. Os mansos se abrandam, e abrandados, vencem.
Como dizia um líder que trabalhava no ramo de prestação de serviços para grandes empresas e tinha que lidar com grandes EGOS dos chefes, - pode bater que o couro é duro.
Quando desce a nevada, os galhos mais lenhosos, mais fortes, chegam a quebrar sob a carga branca de neve que neles se acumula.
Os mais frágeis e flexíveis se defendem, vergando sabiamente, quando há um mínimo excesso de peso.
Depois que a neve os deixa, se reerguem e, assim, nunca arrebentam.
Exemplos de atitudes sábias comum em todos que sabem enfrentar lutas, ameaças, adversidades e mesmo desgraças tidas por invencíveis e inevitáveis. Os mansos se abrandam, e abrandados, vencem.
Como dizia um líder que trabalhava no ramo de prestação de serviços para grandes empresas e tinha que lidar com grandes EGOS dos chefes, - pode bater que o couro é duro.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
II - Parábolas com conselhos semiocultos
Um banhista
saiu nadando e se afastou um pouco da praia. Em certo ponto, se apercebeu de
que estava sendo levado por uma corrente
marítima. O instinto de conservação
mandou-o retornar à praia. Começou a bracejar, tentando salvar-se. Cada
vez mais, no entanto, se sentia impotente de fazê-lo. Naturalmente, sob a evidente
ameaça à vida, nele foram aumentando simultânea e reciprocamente o pavor e os esforços inúteis e,
consequentemente, a fadiga, com a horrível sensação de que estava perdido. Ia
morrer. Não por não saber nadar, mas porque
se sentia incapaz de vencer a força do mar. A praia ia se afastando, e
com ela, suas esperanças e suas forças...
Dessa forma,
o banhista inexperiente e teimoso é vencido.
Nadador
sabido, experiente e por isso mesmo calmo, quando se vê na mesma situação, não
se esforça e não cai em pânico . O que faz é inteiramente diverso. Renuncia à
tentativa imprudente de chegar direto à praia. Sabendo ser isso impossível., simplesmente, conservando-se dono de si, deixa-se levar pela corrente. Sem pavor, vê a praia
ficar longe, mas não a esperança, não sua tranquilidade. Lá adiante, a
corrente, mudando de direção, reaproxima-o da terra, e ele inteligentemente aproveita
e salva-se.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
I - Parábolas como conselhos semiocultos
Dois nadadores queriam chegar a uma fortaleza no outro lado
do rio, bem na frente deles. O primeiro, vaidoso com sua força de vontade e com
suas habilidades de campeão, atirou-se na água, nadando obstinadamente em
direção à fortaleza, isto é, em linha reta à corredeira. Travou luta inglória e
estúpida. Quase morto, foi socorrido, quando já exausto e vencido ia sendo
arrastado para as pedras.
O segundo atirou-se na água, e concedendo, e mesmo
aproveitando a direção da corredeira, nadou em diagonal. Chegou ao outro lado
num ponto abaixo à certa distância da fortaleza aonde queria chegar. Já em
terra firme, andou pela margem na direção do rio acima e chegou tranquilo ao seu destino.
O que você acha disso? Quem foi mais sábio, o primeiro ou o
segundo nadador? Por que ou com o que o segundo realizou a tarefa? Qual foi a
estratégia vitoriosa?
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