sábado, 30 de novembro de 2013

Minutos de Reflexão

"Não importa o que te fizeram, importa o que você faz com o que ti fizeram"

(Jean Paul Sarter)

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Estruturas dissipatívas e o ambiente organizacional


Prigogine, estudando sistemas químicos não lineares, verificou que, sob condições
instáveis, tais sistemas tornamse capazes de subverter o segundo princípio da
termodinâmica (que afirma que os sistemas térmicos tendem necessariamente a
dissipar energia, rumo ao estado de equilíbrio – o princípio da entropia sempre
crescente). A partir de um certo limiar de distanciamento do equilíbrio, esses
sistemas tornamse capazes de importar energia e exportar entropia, sendo por isso
denominados “dissipativos”. Sob tais condições, o sistema tornase suscetível

a “flutuações”. Após algum tempo, o sistema tende a estabilizar-se,

mas apresenta novos modos de organização.

O sistema evoluiu!            
 
 (Ilya Prigogine– químico russo naturalizado belga)


Peter Senge escreveu em 1992, sobre  o ambiente organizacional:

“A percepção de que alguém lá em cima  está no controle é baseada

numa ilusão – a ilusão de que alguém possa dominar a dinâmica e a

detalhada complexidade de uma organização a partir do topo da

hierarquia”.                                                 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Minutos de Reflexão

"Não há domínio ao mesmo tempo maior e mais humilde que o que exercemos sobre nós mesmos."

(Leonardo da Vinci)

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Minutos de Reflexão

“Uma vez um avarento vivia em uma casa com vazamento. A água da chuva derramava através do telhado em sua casa e ele, infeliz, esperava a noite toda a chuva acabar. Os vizinhos, vendo sua situação, sugeriram que ele reparasse o telhado. O avarento comentou: "Deixe as chuvas diminuírem, como posso reparar isso agora?" E quando a chuva parou, ele respondeu: "Por que devo me preocupar com o vazamento, agora que as chuvas pararam?" Não tome essa atitude. Em vez de escolher sofrer quando as chuvas vierem, como elas certamente virão, não seria sábio consertar o telhado agora?"
 
(Sathya Sai Baba)


Este exemplo transmite a importância que você deve dar hoje para sua vida espiritual, ao invés de só se importar com o materialismo, sem adiar isso por um momento sequer. Comece agora as primeiras lições de silêncio, oração e repetição do nome do Senhor. Nunca é cedo demais para começar sua jornada espiritual.
 
 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

A vitória sobre o estresse

A forma de agir diante de uma crise é diferente daquela que o mineiro, nunca antes visto o mar, disposto a vencer de frente, a pancada das ondas e provavelmente sairá com dores musculares e possíveis hematomas. Já o exímio frequentador da praia, jamais cometeria tal imprudência, fazendo corpo mole, apenas se abaixando ou furando a onda, saindo ileso.

Não tente enfrentar as ondas do sofrimento com peito aberto e pés atrás, deixe passar a onda, e se tiver habilidade, aproveite inclusive a força que o destruiria e faça como alguns banhistas, conserve-se na crista da onda e vá até a praia, pegando jacaré. Não resista, faça como os ramos que se vergam com o peso da neve, deixando-a cair.

Reação frustada e resistência destruída só servem para aumentar o gosto da derrota, não tenha pressa, nada de ansiedade, ao contrário, paciência e persistência.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

III - Parábolas como conselhos semiocultos

No inverno dos países frios, em cada árvore coberta de neve, há uma lição de sabedoria, para quem tenha olhos de ver.
Quando desce a nevada, os galhos mais lenhosos, mais fortes, chegam a quebrar sob a carga branca de neve que neles se acumula.
Os mais frágeis e flexíveis se defendem, vergando sabiamente, quando há um mínimo excesso de peso.
Depois que a neve os deixa, se reerguem e, assim, nunca arrebentam.

Exemplos de atitudes sábias comum em todos que sabem enfrentar lutas, ameaças, adversidades e mesmo desgraças tidas por invencíveis e inevitáveis. Os mansos se abrandam, e abrandados, vencem.

Como dizia um líder que trabalhava no ramo de prestação de serviços para grandes empresas e tinha que lidar com grandes EGOS dos chefes, - pode bater que o couro é duro.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

II - Parábolas com conselhos semiocultos


Um banhista saiu nadando e se afastou um pouco da praia. Em certo ponto, se apercebeu de que estava sendo levado  por uma corrente marítima. O instinto de conservação  mandou-o retornar à praia. Começou a bracejar, tentando salvar-se. Cada vez mais, no entanto, se sentia impotente de fazê-lo. Naturalmente, sob a evidente ameaça à vida, nele foram aumentando simultânea e reciprocamente  o pavor e os esforços inúteis e, consequentemente, a fadiga, com a horrível sensação de que estava perdido. Ia morrer. Não por não saber nadar, mas porque  se sentia incapaz de vencer a força do mar. A praia ia se afastando, e com ela, suas esperanças e suas forças...
Dessa forma, o banhista inexperiente e teimoso é vencido.

Nadador sabido, experiente e por isso mesmo calmo, quando se vê na mesma situação, não se esforça e não cai em pânico . O que faz é inteiramente diverso. Renuncia à tentativa imprudente de chegar direto à praia. Sabendo ser isso impossível., simplesmente, conservando-se dono de si, deixa-se  levar pela corrente. Sem pavor, vê a praia ficar longe, mas não a esperança, não sua tranquilidade. Lá adiante, a corrente, mudando de direção, reaproxima-o da terra, e ele inteligentemente aproveita e salva-se.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

I - Parábolas como conselhos semiocultos

Dois nadadores queriam chegar a uma fortaleza no outro lado do rio, bem na frente deles. O primeiro, vaidoso com sua força de vontade e com suas habilidades de campeão, atirou-se na água, nadando obstinadamente em direção à fortaleza, isto é, em linha reta à corredeira. Travou luta inglória e estúpida. Quase morto, foi socorrido, quando já exausto e vencido ia sendo arrastado para as pedras.

O segundo atirou-se na água, e concedendo, e mesmo aproveitando a direção da corredeira, nadou em diagonal. Chegou ao outro lado num ponto abaixo à certa distância da fortaleza aonde queria chegar. Já em terra firme, andou pela margem na direção do rio acima e chegou tranquilo  ao seu destino.

O que você acha disso? Quem foi mais sábio, o primeiro ou o segundo nadador? Por que ou com o que o segundo realizou a tarefa? Qual foi a estratégia vitoriosa?