Encontramos pelo menos três tipos distintos de líderes: 1º- os que fazem tudo sozinhos, não explicam nada aos liderados, alega não ter tempo para perder transferindo os conhecimentos, se dizem perfeccionistas e nunca ninguém é inteligente o bastante para assumir as responsabilidades, conhecido como centralizador; 2º- os que só mandam, sem critério algum, colocam a culpa do erro nos liderados, perdem o comando e não assumem nada, conhecido como disparador; e o 3º- os que treinam e investem parte do tempo detalhando algumas tarefas iniciais, mantendo controle do comando, gradativamente delegando incumbências com maiores critérios, conhecido como delegador.
Não precisamos enfatizar que o líder que delega é o mais competente, ouvindo as opiniões de sua equipe, sabendo quando acatá-las e quando rejeitá-las sem causar desconforto, planejando as tarefas de acordo com a competência e habilidade que cada um possui, verificando quem é realmente capaz de executá-la. O liderado responsável por uma tarefa deve ter autonomia para executá-la, sendo que a direção quem dá é o líder.
Direcione seus liderados, sem demonstrar prepotência ou arrogância, é impossível delegar tarefas com sucesso se a comunicação não está estabelecida, se os membros da equipe não compreendem com clareza o que você espera que façam. Realize follow-ups rotineiros para acompanhar o andamento das tarefas, mas faça-o de maneira clara e objetiva, evitando reuniões longas e pouco produtivas.
O mais importante é “quebrar as muletas”, ou seja, cada liderado deverá responder pela tarefa delegada sem desculpas ou transferência de responsabilidades, pois deverá ser avaliado para receber a recompensa ou a crítica, enquanto restará ao líder a entrega do resultado prometido, ou seja, mostrar sua competência ou a incompetência em delegar.

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