Conta-se que, no princípio da vida terrestre, o alimento das criaturas era encontrado como oferta da divina Providência, em toda parte, e em troca de tanta bondade, o Pai celeste rogava aos corações mais esforço no aperfeiçoamento da vida.
O povo no entanto, observando que tudo lhe vinha de graça, começou a menosprezar o serviço. O mato inútil cresceu tanto, que invadia casas, onde toda a gente se punha a comer e dormir. Ninguém desejava aprender a ler. A ferrugem, o lixo e o mofo apareciam em todos lugares. Animais, como os cães que colaboram na vigilância, e aves, como os urubus que auxiliam nas obras de limpeza, eram mais prestativos que os homens.
Vendo que ninguém queria corresponder à confiança divina, o Pai celestial mandou retirar as facilidades existentes, determinando que os habitantes da Terra se esforçassem na conquista da própria manutenção. Desde esse tempo, o ar e a água, o Sol e as flores, a claridade das estrelas e o luar continuaram gratuitos para todos, mas o trabalho forçado da alimentação passou a vigorar como sendo a lei para todos, porque, lutando para sustentar-se, o homem melhora a terra, limpa a habitação, aprende a ser sábio e garante o progresso.
DEUS dá tudo, o solo, a chuva, o calor, o vento, mas o preparo do pão de cada dia, por meio do nosso próprio suor e da nossa própria diligência, é obrigação comum a todos nós, a fim de que não olvidemos o nosso divino dever de servir, incessantemente, em busca da Perfeição.
Troca de práticas e exercícios para aplicarmos no dia-a-dia, com intuíto de aumentarmos a performance das equipes, famílias, práticas esportivas, etc.
sexta-feira, 30 de maio de 2014
terça-feira, 27 de maio de 2014
O perdão justo
Em certa cidade europeia, um homem ignorante, considerado malfeitor, foi condenado à morte na forca. O Juiz fora severo no julgamento. Afirmava que o infeliz era grande criminoso e que só a pena última podia solucionar lhe a situação.
Alguns dias antes do enforcamento, o magistrado veio ao cárcere, em companhia de um filho, jovem alegre e de bom coração que, aproximando-se de um velho soldado, pôs-se a examinar lhe a arma de fogo, mas sem que o rapaz pudesse refletir no perigo do objeto que revirava nas mãos, um tiro escapou, rápido, e, com espanto de todos, a bala em disparada alojou-se num dos braços do condenado à morte, que observava a cena, tranquilamente, da grade.
Banhado em sangue, foi socorrido pelo juiz e pelos circunstantes e, porque a palavra do magistrado fora dura e cruel para o filho irrefletido, o prisioneiro lembrou os ensinamentos do pai, ajoelhou-se aos pés do visitante ilustre e suplicou-lhe desculpas para o moço em lágrimas, afirmando que o jovem não tivera a mínima intenção de feri-lo.
O juiz notou a profunda sinceridade da rogativa e, em silêncio, passou a reparar que o condenado era portador de nobre coração e de inexprimível bondade e no dia imediato, promoveu medidas para a revisão do processo que lhe dizia respeito e, em pouco tempo, a pena de morte era comutada para somente alguns meses de prisão.
Perdoando ao rapaz que o ferira, o prisioneiro encontrou perdão justo para suas faltas, conseguindo, desse modo, recomeçar a vida, em bases mais sólidas de paz, confiança, trabalho e alegria.
Alguns dias antes do enforcamento, o magistrado veio ao cárcere, em companhia de um filho, jovem alegre e de bom coração que, aproximando-se de um velho soldado, pôs-se a examinar lhe a arma de fogo, mas sem que o rapaz pudesse refletir no perigo do objeto que revirava nas mãos, um tiro escapou, rápido, e, com espanto de todos, a bala em disparada alojou-se num dos braços do condenado à morte, que observava a cena, tranquilamente, da grade.
Banhado em sangue, foi socorrido pelo juiz e pelos circunstantes e, porque a palavra do magistrado fora dura e cruel para o filho irrefletido, o prisioneiro lembrou os ensinamentos do pai, ajoelhou-se aos pés do visitante ilustre e suplicou-lhe desculpas para o moço em lágrimas, afirmando que o jovem não tivera a mínima intenção de feri-lo.
O juiz notou a profunda sinceridade da rogativa e, em silêncio, passou a reparar que o condenado era portador de nobre coração e de inexprimível bondade e no dia imediato, promoveu medidas para a revisão do processo que lhe dizia respeito e, em pouco tempo, a pena de morte era comutada para somente alguns meses de prisão.
Perdoando ao rapaz que o ferira, o prisioneiro encontrou perdão justo para suas faltas, conseguindo, desse modo, recomeçar a vida, em bases mais sólidas de paz, confiança, trabalho e alegria.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Autoconfiança
O poder do cérebro é tamanho que, normalmente ele vai preferir ficar estagnado em crenças absurdas ao invés de ter que se adaptar a toda nova linha de pensamento que, custaria muito tempo e energia, além de ferir o ego se formos educados desde pequenos a crer em determinadas coisas (mesmo sendo provadas serem falsas).
Uma poderosa causa de dissonância é o conflito entre uma crença e um elemento fundamental do autoconceito ("eu sou uma boa pessoa"). A ansiedade causada pela possibilidade de ter conscientemente prejudicado algo ou alguém, pode conduzir a criar justificações ou racionalizações adicionais ao ato.Como ferramenta inicial podemos traçar a meta da auto realização, que depende dentre outras coisas, do desenvolvimento da autoconfiança. Se o tempo inteiro você estiver falando do poder de outra pessoa, sem possuir autoconfiança, quando você vai adquirir poder e confiança em si mesmo? devemos considerar a autoconfiança como o recurso mais importante na vida, pois sem ela, nunca alcançaremos a bem aventurança.
Só conseguimos alcançar nossos objetivos quando temos fé firme, desenvolvendo a autoconfiança, seremos levados à autossatisfação.
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