sábado, 31 de agosto de 2013

Minutos de Reflexão

"Um barco esta seguro num porto... No entanto não foi pra isso que foi construído"

(Grace Hoper)


sábado, 24 de agosto de 2013

A boa fortuna

Certa vez um artista pobre deixou o aconchego do lar e saiu em busca da fortuna. Após três anos de muitos esforços, ele conseguiu economizar três mil peças de ouro e decidiu retornar ao lar. Em seu caminho de regresso, encontrou um grande templo onde se realizava uma sublime cerimônia de oferendas.
Muito impressionado com o ritual, pensou: "Até aqui, somente pensei no presente, nunca me preocupando com a felicidade futura. É obra da minha boa fortuna eu ter vindo a este lugar; devo aproveitar a ocasião e plantar as sementes do mérito."  Assim pensando, caridosamente doou todas as suas economias ao templo e regressou para casa sem um vintém.

Quando chegou ao lar, sua esposa o repreendeu por não ter trazido nenhum dinheiro para seu sustento. O artista pobre lhe respondeu que havia ganho algum dinheiro e que havia guardado em um lugar seguro. Mas, pressionado pela mulher, ele confessou que o havia dado aos monges de um certo templo.

Esta ação do marido a deixou furiosa e ela ralhou com ele e confiou o caso ao juiz local. Quando o juiz lhe pediu que apresentasse sua defesa, o artista disse que não tinha agido totalmente, pois havia ganho o dinheiro através de longas e árduas lutas e queria usá-lo como semente da futura felicidade. Chegando ao templo, pareceu-lhe aí ter encontrado o campo onde pudesse plantar seu ouro, como semente da boa fortuna. Continuando, acrescentou: "Quando dei ouro aos monges, pareceu-me que estava jogando fora toda cobiça e mesquinhez de minha mente, e pude compreender que a verdadeira riqueza não é o ouro e sim a mente."

O juiz louvou a mente do artista, e todos aqueles que o ouviram manifestaram sua aprovação e simpatia, ajudando-o de muitas maneiras. Assim, o artista e sua mulher passaram a desfrutar da perene boa fortuna.

(Bukkyo Dendo Kyokai)

sábado, 17 de agosto de 2013

Minutos de Reflexão

"O maior erro que se pode cometer na vida é o medo constante de se cometer erros"

(Elbert G. Hubbard)

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Vença sua batalha interior



Administrar vários setores em conflito da empresa, manter aceitação da equipe, convencer seus liderados sobre seus ideais, lidar com problemas de saúde pessoal e dramas familiares, não é para fracos. Qualquer que seja o período, o bom líder deve gerenciar todas as questões ao mesmo tempo e mesmo que tome decisões equivocadas, não poderá demonstrar insegurança aos liderados.
Sabemos que não existe super-herói, mas se você souber lidar com tarefas e problemas complexos pensando claramente e com calma, o nível de interferência na capacidade de solução de problemas complexos em que é preciso pensar objetivamente e analiticamente será minimizado, mas como tem horas que não dá para aguentar, devemos procurar um lugar tranquilo e elevar o pensamento.

Um dia desses quando não aguentava mais a pressão, um anjo sentou-se próximo a mim  e antes dele partir, entregou-me um pedaço dobrado de papel e disse: "Isto me ajudou muito, por favor mantenha isso com você e leia", e foi embora.

Desdobrei o papel e ali estava escrita a Oração de São Francisco de Assis:

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

Li a oração e chorei.