Podemos chamar de TEMPO todas as atividades mentais com fluxo contínuo de imagens em ordem sequencial, ou seja, a relação entre duas imagens mentais é a experiência da passagem do tempo. Comparativamente, podemos citar as imagens de um filme sobre a tela do cinema, como por exemplo, uma flôr se abrindo e parcialmente desabrochando até a finalização com a abertura total, tem-se a experiência do tempo passando. Esta analogia demonstra exatamente como nossa mente projeta imagens e é deste modo que estabelecemos ligações ou relações entre imagens e segundo avançam ou recuam, chamamos de futuro ou passado.
O ponto vital é que, ao estabelecer alterações na mente através da concentração, não mais ocorre a experiência do tempo. Como as imagens não chegam mais a mente, não estabelecemos mais relação entre elas e, consequentemente, não ocorre o tempo. Quando atingimos o estado de consciência vivemos num eterno agora. Assim que a mente sai do estado de concentração e passa a vibrar e a produzir impressões e imagens, estabecemos relação entre elas e novamente temos a experiência do tempo.
O tempo, portanto, é algo que criamos ao produzirmos nossas imagens mentais. Tudo o que se passa durante todos os dias, reflete no estado mental e é registrado eternamente.
Do ponto de vista do tempo, o mundo é contínua vibração: precisamos sentir, sempre o ritmo de dormir e acordar, de inspirar e expirar, nascer e morrer, e todos pares de oposições que vêm com o mundo objetivo do tempo e da forma. São estes ritmos que chamamos de lei cíclica ou periódica em toda manifestação.
"A água só é deliciosa para o sedento, o calor para quem tem frio e o frio para quem está com calor."
Apenas a consciência do eu sou é eterna e imutável.
Troca de práticas e exercícios para aplicarmos no dia-a-dia, com intuíto de aumentarmos a performance das equipes, famílias, práticas esportivas, etc.
domingo, 26 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
A lição do coração
Um dia, um pensador fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou o outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar: - Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
- Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando ele está aborrecida?
- O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais fortes terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão em harmonia? Elas não gritam. Falam suavemente. E por que? Porque seus corações estão perto. A distância entre elas é pequena e às vezes estão tão próximos que apenas se olham e basta.
Por fim o pensador conclui dizendo:
- Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta!
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou o outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar: - Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
- Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando ele está aborrecida?
- O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais fortes terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão em harmonia? Elas não gritam. Falam suavemente. E por que? Porque seus corações estão perto. A distância entre elas é pequena e às vezes estão tão próximos que apenas se olham e basta.
Por fim o pensador conclui dizendo:
- Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta!
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