domingo, 27 de abril de 2014

Auto Conhecimento

AUTO SATISFAÇÃO é fundamental para o aprendizado na vida humana, no começo é mecânico, instintivo, funcional e gradualmente surge um novo modelo de satisfação. E é quando iluminada pela auto confiança na elevação dos propósitos para esta vida, inicia-se a busca pela satisfação mais profunda, como nas relações, na prosperidade, no uso do tempo para o próprio crescimento.
 
AUTO CONFIANÇA é o fluir da fé, no começo nasce do estudo, da habilidade e da motivação pelo reconhecimento das pessoas sobre nós, com o tempo , se amplia na conexão com o divino, o sagrado e surge uma compreensão de um poder maior que nos faz seguir dentro de uma suprema ordem de amor e providência. A satisfação se amplia e nos sentimos felizes com cada dia, cada conquista, uma espécie de realização com a felicidade poética, que redefine o nosso estar no mundo. Gostamos do que temos, do que fazemos, para onde estamos indo.
 
AUTO REALIZAÇÃO é a expressão plena do auto conhecimento, um estado de plenitude indefinível, mas claro em si, dentro de cada um se apercebe do esplendor da vida humana e do movimento da sobrevivência, da resistência, do nutrir, do servir, do contentamento em tudo, da graça em tudo, do ser flexível, ao ponto de dar a própria vida pelos seres que ama. O amor é o maior poder no pensamento, na fala e no agir de um ser auto realizado, um homem de bem.
 
“Quando uma árvore balança com o vento, seus ramos se curvam e sacodem para cima e para baixo. Mas o pequeno pássaro sentado sobre ela não tem medo? Por quê? Porque a ave confia em suas asas. Mesmo que o ramo caia, enquanto suas asas estiverem bem, ele estará seguro. Com essa percepção, o pássaro permanece bravamente no ramo que balança. No entanto, os seres humanos não têm tanta fé como um passarinho. Mesmo com os menores problemas na árvore da vida, as pessoas ficam muito preocupadas; por quê? É porque perderam a autoconfiança. Mesmo com o menor sofrimento, as pessoas ficam frustradas, deprimidas e incapazes de suportá-lo. Em vez de depender de sua inteligência, força física ou riqueza, confie em sua autoconfiança. 

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Que buracos você tem feito?


Uma menina que vivia irritada e de temperamento forte, vivia desobedecendo seus pais e aprontava com todos ao redor para chamar a atenção dos familiares.
O Pai da menina, já não aguentando mais as situações que ela aprontava, chamou-a e lhe deu um saco cheio de pregos e disse-lhe que toda vez que ela se irritasse e ofendesse alguma pessoa, deveria martelar um prego na cerca. Nos primeiros dias a menina martelou dezenas de pregos.

Em algumas semanas, foi aprendendo a controlar seu temperamento, e o número de pregos martelados por dia reduziu gradativamente. Descobriu que era mais fácil controlar seu temperamento do que martelar todos aqueles pregos na cerca... Finalmente chegou o dia em que a menina não ofendeu nenhuma pessoa e alegre com situação, contou a seu pai. Ele sugeriu que ela retirasse um prego por cada dia que ela conseguisse se controlar.
Finalmente chegou o dia em que a menina retirou todos os pregos da cerca. Então o pai pegou a mão da sua filha e caminhou em direção da cerca e disse-lhe:

“ - Você foi muito bem minha filha!” Mas olhe para todos esses buracos na cerca, ela jamais será a mesma cerca harmoniosa e bonita. Quando você diz coisas sem consciência e com raiva, elas deixam marcas como estas para sempre. Você pode ferir uma pessoa com uma faca e depois tirar a faca, não importa quantas vezes você pedir perdão, a ferida ainda vai estar lá. Uma ferida verbal pode ser até mais grave do que uma física.

Lembre-se da lição que o pai ensinou para sua filha. Que "buracos" você tem feito recentemente? Alguns podem ser grandes e outros pequenos. Sejam do tamanho que forem, cada buraco que é feito com raiva faz a vida um pouco mais dura e feia. A próxima vez que você começar a sentir raiva, tente se expressar de maneira diferente e reduzir o número de buracos que você deixa nesta vida.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Minutos de Reflexão

"Feliz o homem que encontrou a sabedoria, o homem que alcançou o entendimento!" (Provérbios 3:13)

A palavra SABEDORIA é citada 214 vezes na bíblia! DEUS não quer que continuemos ignorantes e cegos, a inteligência é um dom do criador.

domingo, 13 de abril de 2014

O Joio e o Trigo

Um semeador, durante todo dia, semeou grãos de trigo no seu campo. Ao por do sol voltou para casa, cansado, mas feliz por haver realizado sua missão de trabalho. Semeara trigo e estava contente porque aquele trigo seria, em breve, transformado em pão, para alimento de muita gente. Porém, esse homem tinha um inimigo que invejava suas plantações. O inimigo era mau e queria, a todo custo prejudicar as sementeiras do fazendeiro.

"Que farei?" - pensava o inimigo. E teve a ideia maldosa de semear pequenas pedras no campo de trigo; mas poderiam ser retiradas e seu ódio não ficaria satisfeito. Resolveu, então, semear joio onde o trigo havia sido semeado. Foi esse o plano maldoso do inimigo do semeador.

O joio é uma planta muito parecida com o trigo, mas, não serve para alimentação do homem, podendo até envenená-lo. Eis porque o inimigo do fazendeiro quis fazer a mistura do joio com o trigo no campo, visando prejudicar a colheita e causar males aos que se alimentassem do produto daquele campo.

O inimigo fez o que pensou. Durante a noite, enquanto o fazendeiro e seus trabalhadores dormiam, o homem maldoso entrou no campo e semeou joio no meio do trigal. Completada sua obra de ódio e ruindade, ele se retirou, cuidadosamente.

Algum tempo depois, apareceu também o joio. Então , os trabalhadores foram dizer ao fazendeiro o que haviam visto no campo:

- Senhor, não semeaste no campo somente boas sementes? Poe que, então, está nascendo joio no trigal?

O Fazendeiro já havia descoberto tudo e respondeu aos servidores:

- Foi um inimigo que fez isso.....

Os trabalhadores lhe perguntaram:

- Senhor, queres que vamos, agora mesmo arrancar o joio?

O senhor lhes respondeu com uma explicação:

- Não é possível fazer isso agora. Vocês sabem que o joio é muito parecido com o trigo. Se vocês quiserem arrancar o joio que foi plantado junto com o bom grão, arrancarão também o trigo, pois as raízes de ambos muitas vezes se entrelaçam. Deixem que cresçam juntos o joio e o trigo. Na época da ceifa, eu direi aos ceifeiros que colham primeiro o joio e o atem em feixes para queimá-lo; e depois juntem o trigo no meu celeiro.

Medite bem sobre esta parábola e não permita que as forças do mal lancem no seu coração o joio da maldade e dos pensamentos indignos. Salomão já ensinava, há três mil anos: "Acima de todas as coisas que se devem guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida"  (Provérbios, 4:23).

terça-feira, 8 de abril de 2014

O pão nosso de cada dia

O pão nosso de cada dia não é somente o almoço e o jantar, o café e a merenda. É também a ideia e o sentimento, a palavra e a ação.

Para que reine a saúde com alegria, em torno de nós, precisamos de nossas refeições, mas necessitamos também de paz e esperança, de fé e valor moral.

Com os nossos modos de agir, operamos sobre os outros. Conversando, distribuímos nossos pensamentos. Nossos atos influenciam os que nos cercam, segundo as nossas intenções.

Que todos os seres sejam felizes.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Sua mente anda adomercida ?


Um cientista, da Universidade de Phoenix Arizona, queria provar a tese do controle psicológico sobre as reações fisiológicas de nosso organismo. Conseguiu, na Penitenciária Federal, um voluntário condenado à morte, que seria executado em cadeira elétrica. Devidamente autorizado pela Corte, o cientista propôs ao condenado o seguinte:

Ele participaria de uma experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, suficiente para gotejar o seu sangue até a última gota. Ele teria uma chance de sobreviver, pois o sangue poderia coagular e estancar o ferimento. Se isso acontecesse, ele ganharia a liberdade, caso contrário, ele iria falecer pela perda do sangue, porém teria uma morte sem sofrimento e sem dor.

O condenado aceitou, pois era preferível do que morrer na cadeira elétrica, e ainda teria a chance de sobreviver. Foi colocado em uma cama alta de hospital e teve seu corpo imobilizado para que não se movesse. Fizeram um pequeno corte em seu pulso e foi colocada uma pequena vasilha de alumínio, logo abaixo, para que ele pudesse ouvir o gotejar do sangue no recipiente. O corte foi superficial e não atingiu qualquer veia ou artéria, mas suficiente para que ele sentisse o pulso sendo cortado, sem sangrar. Ele ignorava que debaixo de sua cama tinha um frasco de soro com uma pequena válvula.

Ao ferir seu pulso, o cientista abriu a válvula do frasco para que ele acreditasse que era seu o sangue que estava pingando na vasilha. Na verdade, era o soro do frasco que gotejava. De 10 em 10 minutos, sem ser visto, o cientista fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento diminuía. O condenado acreditava que seu sangue estava diminuindo. Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando cada vez mais pálido. Quando o cientista fechou a válvula, o condenado teve uma parada cardíaca e morreu, sem ter perdido uma gota de sangue.

O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre ao pé da letra, tudo que lhe é enviado, seja positivo ou negativo e a reação envolve toda sua fisiologia, principalmente os órgãos visados.

(Darlou D’Arisbo – Antropometrista)

Essa pesquisa revelou um alerta para filtrarmos o que enviamos para nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia, o certo do errado, simplesmente grava e executa o que lhe é enviado.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Minutos de Reflexão


"Necessitamos saber o que estamos fazendo inadequadamente, como também o que conseguimos fazer com adequação, de modo a podermos corrigir as ineficiências e mantermos os acertos”.
(Fela  Moscovici, 1999)

terça-feira, 1 de abril de 2014

Qual grupo você deseja pertencer ?


Mensagem de um jovem aluno que cursava o 3º ano do ensino médio:

Tivemos aula de Filosofia logo após um feriado prolongado. Como a maioria dos alunos havia viajado, todos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral. Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência, tentou começar a aula, mas a turma não correspondeu. Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou, ignoramos a solicitação e continuamos firmes na conversa. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca que eu já presenciei.

Ele gritou: "Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez", um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou. "Desde que comecei a lecionar, isso já faz muito anos, descobri que nós, professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; passam pela vida sem deixar nada de útil. O interessante é que essa percentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção, notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem líderes, apenas cinco mudam o mundo; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais. É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo sabendo ter investido nos melhores. Mas, infelizmente, não há como saber quais de vocês são esses alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje".

Nem preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a bronca tocou fundo em todos nós, pois nossa  turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Filosofia durante todo o ano; afinal quem gostaria de espontaneamente ser classificado como fazendo parte do resto?  Hoje não me lembro muita coisa das aulas de Filosofia, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci.  Para mim, aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença em minha vida. De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo bem ou não; só o tempo dirá a que grupo pertencemos. Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos ser especiais em tudo o que fazemos, se não tentarmos fazer sempre o melhor possível, seguramente sobraremos na turma do resto."

Fica a pergunta: E você, a qual grupo deseja pertencer? É você que escolhe.