quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Virtude, ética e o amor como eternas companheiras

"Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui outra.
Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só, nem nos deixa sós; leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito, mas há os que não levam nada; há os que deixam muito, mas há os que não deixam nada.
Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso."

(Antoine de Saint-Exupéry - O pequeno príncipe)

domingo, 8 de dezembro de 2013

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

A transformação ocorrerá ...

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.

Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva.
Não vão dar alegria para ninguém.
Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que irão para algum lugar onde permanecerão piruás.

(Adaptado de Rubens Alves, 1986)

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Minutos de Reflexão

Seus pais lhe disseram que não seria ninguém. E assim aconteceu.
Seus "amigos" falaram que não iria a lugar nenhum. E assim aconteceu.
Sua última namorada disse que era um péssimo amante. E assim aconteceu.
Até que ele viu que tudo isso era mentira e decidiu ser o que quisesse. E assim aconteceu.

"Se você acha que consegue ou se você acha que não consegue, você está certo."

(Henry Ford)

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Sindrome do problemático

Você já teve o desprazer de trabalhar com um colega que respira problemas a todo instante? No mínimo é desgradável, pois os outros são o problema, nunca ele.
  • Os outros não entendem.
  • Os outros não colaboram.
  • Os outros não sabem de nada.
  • Os outros exploram.
  • Naquela área, eles não fazem nada.
  • A empresa não me deu oportunidade.
  • A nossa cultura é assim.
Tendemos a atribuir ao outro a responsabilidade por aquilo que não “deu certo”, mas o problemático nunca percebe isto.

O Princípio de Bob: quando o Bob tem problemas com toda a gente, geralmente o problema está nele.
(Bob Stone - autor do livro Marketing Direto).

Vamos tentar entendê-los, pois todos temos pontos fortes e pontos fracos, sendo que o líder deve explorar ao máximo os pontos fortes e minimizar (conviver) os pontos fracos.



domingo, 1 de dezembro de 2013

Minutos de Reflexão

"Liderança é a arte de mobilizar os outros para que eles queiram lutar por aspirações compartilhadas."

(Kouzes e Posner)